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terça-feira, 22 de dezembro de 2009

A vitória da união sobre a intransigência

Os servidores públicos estaduais do RS, em especial, educadores e policiais militares, têm no dia 22 de dezembro de 2009 um marco histórico nas lutas em defesa dos seus direitos.
Após um ano de muita mobilização dos trabalhadores, o governo enviou à Assembléia Legislativa um pacote de projetos de leis, para votação em regime de urgência, extremamente nefastos, que atacariam as duas maiores categorias do serviço público do estado, congelaria salários e retiraria direitos conquistados ao longo de muitos anos de luta.


Numa ação inesperada pelo governo, os servidores demonstraram toda a força da sua união e conhecimento acerca do real conteúdo dos projetos, protestando e buscando apoio contra a aprovação dos mesmos. Assim, com várias categorias em “estado de greve” e a vanguarda do magistério ocupando a Praça da Matriz, em frente à Assembleia Legislativa e Palácio Piratini, sem desistir de proteger seu plano de carreira, durante os dias 15, 16 e 17 de dezembro o projeto que aumentava a contribuição previdenciária e criava um completivo salarial para a BM foi a plenário sem conseguir ser votada, uma vez que a base governista não tinha os votos suficientes para sua aprovação, retirando o quórum nas três sessões.


Em última tentativa, foi marcada sessão extraordinária para a terça feira, dia 22, quando deveriam ser votados, pela manhã, os projetos da Brigada Militar e, à tarde, os do Magistério, a fim de destrancar a pauta e concluir os trabalhos da AL para então iniciar o recesso parlamentar.
Os boatos de retirada dos projetos, divulgados pela imprensa, não desmobilizou os servidores que lotaram as galerias, somados ao grande grupo que aguardava na frente do Palácio Farroupilha, com bandeiras, faixas, cartazes e palavras de ordem. A manhã de discussões acaloradas na AL, deram a certeza da derrota dos projetos de lei, fazendo com que a base governista optasse pela votação contrária ao pacote. Após, foi retirada a urgência dos projetos que tratam dos direitos e salários do magistério.


Em clima de emoção, os servidores comemoraram a derrota do governo e entoaram o Hino Rio-grandense, celebrando a vitória da unidade dos trabalhadores, a qual permanecerá em 2010. Logo depois, os educadores aprovaram o encerramento da greve que durou 8 dias, de muita mobilização e pressão pela rejeição do pacote.

No dia seguinte, foi divulgado pela imprensa burguesa, pesquisa de opinião realizada entre os dias 14 e 18 deste mês, pelo Datafolha, que mostra que a governadora do Rio Grande do Sul, Yeda Crusius (PSDB), tem a pior avaliação num ranking de dez governadores.
Com nota média de 3,9, Yeda ficou atrás até do governador do Distrito Federal, José Roberto Arruda, sem partido, que teve nota média de 4,8.Yeda tem seu governo avaliado como péssimo ou ruim por 50% dos entrevistados. Somente 12% acham o governo gaúcho ótimo ou bom. Para 37% a administração da governadora é regular.
Os dois governadores com pior avaliação no levantamento tiveram, recentemente, os nomes envolvidos em escândalos de corrupção nos estados que governam.

segunda-feira, 21 de dezembro de 2009

22 de Dezembro - dia D para Brigada e Magistério


Nesta terça feira, dia 22 de dezembro, é preciso voltar para a Praça da Matriz e mostrar aos deputados do RS que não desistimos de lutar pelos nossos direitos.


Somente a mobilização poderão vencer o pacote de maldades.


Pegue sua bandeira,


sua sineta e


vá para a Praça da Matriz,


a partir das 7h...
Nossa união faz a nossa força!!!

quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

CONVITE

Durante os dias 15, 16 e 17 de dezembro, mostramos aos governantes e à sociedade que nossa luta e mobilização são capazes de nos dar vitórias.

Nesta semana a base governista retirou-se das sessões plenárias para não ser derrotada, graças à união e mobilização dos servidores, tanto nas galerias da Assembleia Legislativa como no “Acampamento da Resistência”, montado na Praça da Matriz.

Porém, a guerra não está vencida e os projetos voltarão à pauta na terça feira, dia 22.

Será neste dia que precisaremos mostrar toda a nossa força.


Participe do Ato Unitário dos Servidores Públicos do RS!


Procure seu Núcleo e faça já a sua inscrição!

Ônibus 100% subsidiado!!!

Você não pode faltar. Sua presença é fundamental na defesa dos nossos direitos e do Plano de Carreira.

“O maior patrimônio de uma nação é o espírito de luta de seu povo...”

3º dia de Resistência




A quinta feira marcou o terceiro dia de greve dos educadores, da resistência dos servidores públicos e uma grande vitória contra o governo estadual. Mais uma vez, a base aliada não deu quórum para a votação dos PLs da Brigada Militar, deixando a votação para a terça feira, dia 22, a partir das 10h.



Nos próximos dias serão intensificadas as discussões com os deputados em suas bases, além de incentivar os servidores e educadores a participarem do Ato Unitário, dia 22, terça feira, quando a Praça da Matriz será novamente ocupada e as sinetas voltarão a tocar.

quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

2º dia do Acampamento da Resistência






Na manhã de quarta feira os educadores em greve e outros servidores estaduais - que apoiam os educadores - continuam acampados na Praça da Matriz, em vigília contra a aprovação dos projetos do governo. O segundo dia não teve nenhum incidente e o efetivo da Brigada Militar, em serviço fazendo a guarda do Palácio Piratini (ou dos colegas servidores), aproveitou a sombra oferecida pelas árvores, próximo das barracas, para se protegerem do sol e calor intenso.
Na Assembleia Legislativa, as PECs - que tratam do reajuste no desconto previdenciário e concede um completivo para a polícia militar - não tiveram quórum suficiente para serem votadas. Na sessão de terça feira eram 25 os deputados contrários aos projetos, na tarde de hoje, já somaram 26. Os projetos retornarão à pauta na sessão desta sexta feira.

terça-feira, 15 de dezembro de 2009

Faltou Quórum



Na tarde desta terça feira, foram ao Plenário os projetos de lei que aumentam a contribuição previdenciária da Brigada Militar e o completivo salarial para os soldados. O governo teve a primeira derrota com a rejeição dos deputados às emendas para qualquer um dos quatro projetos. Assim, a base aliada de Yeda retirou-se da sessão, encerrando-a por falta de quórum.
Amanhã, será retomada a votação com a mesma pauta.
À noite, após um dia de muitas atividades e tensões, os acampados tiveram momentos de descontração. Enquanto o jantar era preparado, os talentos lá reunidos entoaram várias músicas, de nativistas, regionalistas até MPB, com o acompanhamento dos ativistas.

15/12/2009 - início da Greve da Educação






Na manhã desta terça feira, 15 de dezembro, teve início mais uma greve dos Educadores gaúchos, com o apoio dos demais servidores públicos do estado.




Logo no início da manhã começaram a chegar os primeiros ônibus com manifestantes prontos para acamparem na Praça da Matriz, no denominado Acampamento da Resistência, que objetiva a retirada dos projetos do governo da Assembleia Legislativa. Em princípio, houve uma resistência da Brigada Militar em permitir a montagem das barracas, com um certo tumulto. O capitão, responsável pela tropa ameaçou os educadores, dizendo que contavam com um "interdito proibitório", o qual proibia a colocação das mesmas na praça. Com a relutância dos manifestantes, acabaram permitindo a instalação de toldos e barracas, que logo tomaram conta de todos os espaços possíveis, sem impedir o trânsito de pedestres.




Por volta das 10 horas, começou o Ato Unitário dos Servidores, com a participação de representantes do CPERS, Brigada Militar, Polícia Civil, Susepe, Bancários e outras categorias. Nas falas de todos foi evidente o repúdio dos servidores aos projetos apresentados pelo governo, que destroem as carreiras dos servidores públicos e congela salários.



A Presidente do CPERS, Rejane de Oliveira, declarou que os profissionais que deixaram suas casas e famílias, nesta época do ano, apesar do cansaço, devem ser considerados heróis, pois estão defendendo os direitos de todos os servidores. Segundo Neida Oliveira, 1ª vice-presidente do CPERS, durante a tarde de hoje o comando de greve vai visitar todas as bancadas, exigindo dos deputados o apoio à luta dos trabalhadores. À tardinha, o comando se reunirá com a ACPM para explicar-lhes o motivo da greve e pedir que pressionem o governo e os deputados contra os projetos, para que a greve possa ser encerrada o mais breve possível. Régis Ethur, representando a Conlutas e corrente Democracia & Luta defendeu que somente a pressão e a união dos trabalhadores será capaz de derrotar este governo.



segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

Governo Yeda compromete o final do ano letivo

Mais uma vez a comunidade gaúcha será prejudicada pela irresponsabilidade da governadora que, além de destruir o serviço público, ataca os direitos dos servidores. Um governo que optou pelo conflito com o funcionalismo.
No dia 17 de novembro, encaminhou para a Assembleia Legislativa um “pacote de maldades” prevendo alterações nas carreiras e eliminando conquistas históricas dos trabalhadores em educação.
Neste período, o CPERS/Sindicato e outras entidades que representam os servidores públicos realizaram vigílias, manifestações, visitas às câmaras de vereadores e aos deputados estaduais, mas oc projetos continuam ameaçando o presente e o futuro dos trabalhadores.
Além de manterem o arrocho salarial vigente, eles acabam com as carreiras e com direitos históricos de educadores, brigadianos, policiais civis e demais servidores.
A greve, neste momento, é a única forma de forçar o governo a retirar os projetos. O final do ano letivo também está nas mãos dos deputados, que precisam manifestar sua opinião contrária à aprovação dos projetos.
No próximo dia 15, um ato público unitário dos servidores, às 10h, na Praça da Matriz, em Porto Alegre, vai marcar o primeiro dia da paralisação. Nesta mesma data, os educadores começarão a instalar barracas na praça, no chamado “acampamento pela retirada ou rejeição dos projetos de Yeda”.
João dos Santos e Silva, assessor de imprensa do CPERS/Sindicato

quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

Imagens do Ato Unitário - 09/12/2009












SOMENTE A GREVE MANTÉM O PLANO DE CARREIRA




Educadores reunidos em assembléia geral no Gigantinho, na tarde desta quarta feira, 09, aprovaram greve a partir da próxima terça feira, dia 15 de dezembro, para impedir a aprovação, na Assembléia Legislativa, dos projetos encaminhados pelo governo estadual, os quais destroem os planos de carreira e retiram direitos da categoria, além de congelar salários.


Após a deliberação, os educadores uniram-se a outras categorias e foram em caminhada até o Palácio Piratini, onde realizaram Ato Público e fizeram a entrega simbólica do “material de trabalho” dos profissionais ali representados: educação, saúde, segurança, entre outros, indicando que se os projetos não forem retirados, poderá ocorrer greve geral no Rio Grande do Sul.

Na manhã do dia 15, terá início o “Acampamento da Resistência”, pelos trabalhadores em educação, na Praça da Matriz, a fim de pressionar os deputados estaduais a não aprovarem tais projetos. Durante a semana, os servidores visitarão os gabinetes dos parlamentares apresentando suas razões para a rejeição ao pacote do governo. A partir das 10h, haverá Ato Público Unitário dos Servidores, reforçando a luta em defesa das carreiras.

terça-feira, 8 de dezembro de 2009

Câmara de Vereadores de Caçapava do Sul aprova Moção contra os projetos do Governo Yeda

A Câmara de Vereadores de Caçapava do Sul, aprovou, por unanimidade, na segunda feira, dia 7, uma moção de repúdio aos projetos do governo Yeda que desestrutura as carreiras dos servidores públicos do Estado do Rio Grande do Sul e ataca direitos históricos de diversas categorias do funcionalismo, em especial do Magistério.
A moção foi proposta pela vereadora Rosilda Freitas, que é professora estadual, em sessão acompanhada pelas professoras Nelci Dutra de Almeida (diretora do 17º Núcleo), Eva Meira de Souza (representante dos aposentados de Caçapava do Sul), Eunice Souza Couto (representante municipal) e Iolanda Regina dias Pereira, entre outros. A vereadora, na oportunidade, comunicou que já contatou com todos os deputados de sua bancada, solicitando-lhes que não votem um projeto tão destrutivo à grande parte dos servidores que já são penalizados pelas condições de trabalho e salários tão baixos, congelados há pelo menos três anos.
Os vereadores das bancadas do PT, PP e PMDB, aprovaram a moção, apoiando a luta dos servidores e se somando aos pedidos de imediata retirada dos projetos que se encontram na Assembléia Legislativa.

sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

Moções contrárias ao pacote de Yeda são aprovadas pela Câmara de Vereadores de Viamão


Duas moções contrárias aos projetos encaminhados pela governadora do Rio Grande do Sul, Yeda Crusius, foram aprovadas na Câmara de Vereadores de Viamão, município da região metropolitana de Porto Alegre, na noite de quinta-feira 3.

As moções foram assinadas pelas bancadas do PT, PP, PTB, PMDB e PSOL. Uma delas, direcionada à governadora, exige a retirada dos projetos. A outra, a ser encaminhada à Assembleia Legislativa, cobra a rejeição aos projetos.
A sessão que discutiu o pacote encaminhado pelo governo gaúcho ao legislativo estadual aconteceu na noite de quinta-feira 3. Professores e funcionários de escola acompanharam a sessão do Legislativo viamonense.
O CPERS/Sindicato estava representado por Manoel da Silva Fernandes, diretor do 22º Núcleo do sindicato (Gravataí) e pela segunda vice-presidente estadual Neiva Lazzarotto.

Já a Abamf – Associação dos Servidores de Nível Médio da Brigada Militar foi representada por Leonel Lucas, que confirmou presença na assembleia geral do CPERS, marcada para o próximo dia 9, às 13h30, no Gigantinho, em Porto Alegre.

João dos Santos e Silva, assessor de imprensa do CPERS/Sindicato, com informações do 22º Núcleo do CPERS/Sindicato (Gravataí)

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

Matéria Publicada no Jornal do Comércio - 02/12/2009

Servidores públicos protestam contra pacote do Palácio Piratini

Servidores estaduais ligados à Segurança Pública e à Educação se concentraram na manhã de ontem em frente ao Palácio Piratini para pedir a retirada dos projetos enviados pelo Executivo à Assembleia Legislativa. Eles argumentam que as medidas pretendidas pelo governo mexem com as estruturas das carreiras e não acrescentam benefícios ao funcionalismo.

Desde as 10h da manhã, diversos representantes sindicais se revezaram nas falas de cima de um carro de som estacionado em meio a um cercado montado em frente da Praça da Matriz e separado do Palácio Piratini por um cordão de soldados da Brigada Militar.

Em meio aos discursos, chegou a ser anunciado pelos dirigentes sindicais um recuo do governo, que teria desistido do pedido de urgência na tramitação dos projetos. Na assessoria Legislativa do Parlamento, no entanto, nenhuma mudança havia sido apresentada pelo governo aos projetos que foram protocolados em novembro e devem ir à votação até o dia 22 de dezembro, última sessão plenária antes do recesso parlamentar.

"Os servidores não aceitam só a retirada do regime de urgência. É preciso que os projetos sejam definitivamente retirados", defendeu a presidente do Cpers, Rejane de Oliveira. Ela sustentou que, caso as medidas continuem tramitando, as categorias poderão fazer uma greve geral. A entidade tem assembleia marcada para o dia 9.

Isaac Ortiz, presidente da Ugeirm Sindicato, salientou que as propostas "destroem o serviço público e as carreiras". "Este governo, afundado em corrupção, não tem moral para mexer nas carreiras", atacou.

Leonel Lucas Lima, representante da Abamf - entidade dos servidores da Brigada Militar (BM) -, revelou que os brigadianos estão sendo pressionados pelo comando-geral da BM a não se manifestar com relação aos projetos.

"A maioria destes servidores que estão fardados aqui na frente (do Palácio) me ligaram ontem dizendo que queriam estar conosco, mas o comando-geral colocou-os aqui, atrás de nós, e diz que eles não podem fazer greve", relatou.

Por volta das 11h30min, representantes das categorias foram até a Assembleia Legislativa entregar um manifesto aos deputados que participavam da reunião de líderes. Eles também estiveram no Palácio para entregar o documento ao governo.

A professora Maria Souza veio da cidade de Guaíba para participar da mobilização. Ela explica que, faltando apenas cinco anos para se aposentar e estando no nível seis do magistério - onde se enquadram os que têm nível superior de ensino -, não terá vantagens com a suplantação de R$ 1.500,00 defendida pelo governo.

"É uma punição pensar que vou me aposentar e entrar para uma situação em que os salários estarão congelados para sempre. Não há nada neste pacote para os inativos. Se as medidas forem aprovadas, todos os professores que estão na mesma situação que eu terão seus salários arrochados", sustenta.

Servidor da Brigada Militar, o solado Renato Ávila, de Porto Alegre, também se queixa das propostas. Com 24 anos de carreira, entende que os projetos irão extinguir vantagens conquistadas pela categoria como o risco de vida. "Não há reconhecimento. Os R$ 1.200,00 não representam um aumento, serão um completivo. Além disso, quem está inativo terá ainda mais prejuízo", afirma. A atividade teve o apoio de vereadores de Porto Alegre e deputados estaduais e federais.



Executivo não confirma retirada do pedido de urgência na Assembleia

Apesar da pressão dos servidores, o governo do Estado ainda não concretizou a retirada do pedido de urgência na tramitação dos projetos que alteram as carreiras da Segurança Pública e da Educação. O líder do governo na Assembleia Legislativa, Pedro Westphalen (PP), informou que até amanhã as matérias serão analisadas pelas assessorias técnicas das bancadas.

"Vamos esperar essas reuniões", afirmou o deputado progressista. O retorno dos parlamentares sobre a reação de suas bases no Interior do Estado também deve contar para a decisão do Executivo.

Os projetos encontram resistência também na base aliada. O deputado Edson Brum (PMDB) subiu à tribuna do plenário para afirmar que votará contra as medidas. "Se ficar como está, eu votarei contra. Quando se mexe em plano de carreira tem que haver um tempo maior de discussão", defendeu Brum.

Ele é a favor da retirada do pedido de urgência. Temos que fazer projetos melhor do que aqueles que chegaram aqui na Casa. Não voto nada que retire direito adquirido", enfatizou Brum.

O deputado Marquinho Lang (DEM) também não está satisfeito com os projetos encaminhados pelo Executivo à Assembleia. Oriundo da Brigada Militar, o parlamentar entende que as medidas prejudicam a categoria.

"Onde vamos, o retorno é de que a proposta contraria a estrutura da carreira. O governo dará apenas um abono momentâneo que não será acrescido no básico do policial. Já o aumento da contribuição previdenciária é para a vida toda", ponderou.

Lang criticou os critérios sugeridos pelo Executivo, que, segundo ele, ampliam as diferenças salariais. "O governo está criando uma disparidade entre os salários. Os projetos não estão sendo aceitos pelas categorias", destacou.

terça-feira, 1 de dezembro de 2009

Ato Unificado do Funcionalismo Estadual

O mês de dezembro começou agitado em Porto Alegre. Na manhã do dia 01, centenas de servidores públicos do RS fizeram uma manifestação em frente ao Palácio Piratini e Assembleia Legislativa, pela retirada do chamado “pacote de bondades” oferecido pelo governo do Estado à Brigada Militar e Professores. Além do Magistério e BM, Polícia Civil, Ministério Público, Servidores do Judiciário, SindiCaixa, SindiÁgua uniram-se contra os projetos que destroem as carreiras e os serviços públicos do Rio Grande do Sul.

Enquanto concede aumentos para os altos salários, o governo Yeda submete a grande massa do funcionalismo à miséria, pagando os piores salários do país para os servidores da segurança e negando a aplicação do Piso Salarial Nacional para os trabalhadores da educação, que estão sem reajuste salarial há mais de três anos, além de atacar diretamente o plano de carreira dos professores, implantando a meritocracia e oferecendo um completivo salarial – que atinge uma parcela mínima da categoria – sobre o qual benefícios obtidos ao longo da carreira não são incorporados.

Durante o Ato Público, foi entregue aos deputados um documento solicitando a retirada dos projetos que atacam direitos dos trabalhadores. O CPERS tem marcada assembleia geral dos educadores para o dia 09 de dezembro. Nesta data, haverá mais uma manifestação conjunta dos servidores que poderão deliberar por uma greve geral no Estado. Os ataques do governo aos direitos dos trabalhadores conseguiram unificá-los em torno de uma bandeira: a rejeição ao pacote e a exigência de sua retirada do Legislativo.


quinta-feira, 26 de novembro de 2009

Semântica e ortografia

O tempo das revoluções acabou. Estamos em reforma. Temos, por exemplo, a reforma ortográfica, também conhecida como Acordo Ortográfico, sobre o qual não há o menor entendimento entre todas as partes envolvidas.
Se entendi bem, fato agora é facto. Ótica virou óptica. Um amigo, português, em desacordo com o acordo diz que estamos errando na interpretação. Concordo. Sempre me apavoro ao chegar de avião em Portugal. O comandante anuncia: atenção para a aterragem. Na saída, outro susto: atenção para a descolagem. Aperto o cinto.
Por aqui, baldeação virou transferência. Terminal de transbordo tornou-se portal. É a guerra semântica.Tudo isso para tentar falar da proposta do governo para o magistério com algum distanciamento e sem provocar a ira de ninguém. Piso salarial passou de salário inicial sobre o qual se aplicam as vantagens da carreira e virou salário abaixo do qual ninguém pode ganhar, incluídas as vantagens obtidas ao longo da carreira. Concordam?Um leitor me disse que tem mente matemática e quer que eu explique como pode ser melhor ganhar um piso de R$ 950 do que um piso de R$ 1.500. Simples: R$ 1.500 não é piso.
Invento um exemplo totalmente aleatório em termos de valores reais. Se o piso, entendido como salário sobre o qual se aplicam e calculam as vantagens, passar a ser de R$ 950, num aumento de 100%, quem estiver ganhando hoje R$ 1.400, passará a ganhar R$ 2.800 mais as vantagens. Se o piso, como quer o governo, for apenas o valor abaixo do qual nenhum professor pode receber, a pessoa que estiver ganhando R$ 1.400, receberá um abono de R$ 100 e passará a ganhar os já famosos R$ 1.500. Então, o que é melhor: piso de R$ 950 ou ninguém ganhar menos de R$ 1.500? Claro que para quem ganha, digamos, R$ 800, será inicialmente bom negócio, pois receberá um abono imediato de R$ 700. No futuro, porém, ficará estacionado. Além disso, os que já estão acima dos R$ 1.500, ganhando, por exemplo, R$ 1.510, ficarão onde estão. O plano pode ser bom para o Estado e para alguns professores, mas não é bom para o conjunto dos professores.
Dá para aceitar que seja um esforço do governo para corrigir os salários dos que ganham menos. Mas é um esforço que, para ajudar uma parte, penaliza outra, que também não ganha qualquer fortuna. Tenho falado desse assunto no meu blogue do Correio do Povo. Acordei a favor da licença-prêmio. Precisamos de tempo para atualização ou simplesmente para descansar. Não viemos ao mundo só para trabalhar. Sou a favor da obrigatoriedade do ano sabático nas empresas privadas. Nada de Marx. Viva o genro dele, que era a favor do direito à preguiça, ao ócio e ao lazer. É isso.
De facto, tenho um problema de óptica: a minha vista treme na hora da aterragem e da descolagem. Chego a confundir ortografia com hortografia. Sem contar que sempre que escrevo facto e óptica quase faço xixi nas calças de tanto rir. Tomei uma decisão: não direi mais guri. De agora em diante, é putinho. Vou gritar assim:- De facto, o Brasil ainda é um país de putinhos.
JUREMIR MACHADO DA SILVA > correio@correiodopovo.com.br

quarta-feira, 25 de novembro de 2009

PARLAMENTO
Alberto Oliveira diz que governo deve reavaliar e revisar projetos
Celso Bender - MTB 5771 PMDB 18:09 - 25/11/2009


O deputado Alberto Oliveira (PMDB) advertiu para a necessidade de o governo do Estado “reavaliar e revisar” os projetos enviados ao Legislativo e que envolvem inúmeras categorias de funcionários e a utilização do fundo previdenciário. “Esta seria uma medida sensata, para que não seja criado um clima de desagregação”. Lembrou que as propostas foram remetidas sem a discussão com as entidades representativas, nem com a Assembleia. "Além disso, o prazo para o debate é muito curto, tendo em vista a complexidade das medidas".

Segundo ele, representantes de várias categorias têm debatido a situação com o Parlamento e “a percepção é que, da forma como foram encaminhadas as proposições, sua aprovação torna-se muito improvável, diante do ambiente contrário”, alertou o peemedebista. Lembrou que os segmentos envolvidos nestes projetos representam “milhares de famílias gaúchas”.

DIREITOS HUMANOS
Ministro Vannuchi apresenta relatório sobre criminalização de movimentos sociais
Stella Máris Valenzuela - 4983 PT 10:54 - 25/11/2009

O evento acontecerá às 10h30 desta quinta-feira (26), na Assembleia Legislativa
O ministro Paulo Vannuchi apresenta às 10h30 desta quinta-feira (26) o relatório final da Comissão Especial da Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República, que apurou tentativas de criminalização de movimentos sociais por parte do Ministério Público Estadual, Poder Judiciário gaúcho e Brigada Militar.
O relatório também aponta soluções visando a garantir o respeito aos direitos civis e às liberdades públicas. O evento acontece na sala do Fórum Democrático, no térreo da Assembléia Legislativa.

Servidores realizarão ato unificado no dia 1º de dezembro contra pacotes de Yeda

Dirigentes das entidades representativas da base do serviço público estadual deliberaram, em reunião realizada na noite de terça-feira 24, na sede da Ugeirm/Sindicato, pela realização de um ato unificado na próxima terça-feira, dia 1º de dezembro. O protesto acontece a partir das 10h em frente ao Palácio Piratini, em Porto Alegre. O objetivo comum é a retirada do “pacote de bondades” do governo do estado da Assembleia Legislativa.
A avaliação conjunta das entidades é de que é preciso pressionar os parlamentares para que a governadora recue no intento de destruir as carreiras do serviço público. Na reunião, estavam presentes representantes da área da segurança pública (ASSTBM, Abamf e Amapergs), CPERS/Sindicato, Ugeirm/Sindicato, Sindicaixa, Sindsepe e Simpe, que integram o Fórum de Servidores Públicos.
Greve - Em assembleia realizada no auditório Dante Barone, os policiais militares aprovaram indicativo de greve e a retirada do “pacote” da governadora – inclusive o que confere, supostamente, novo piso salarial para soldados de 1ª Classe. A base da BM também aprovou a unificação de ações juntamente com outros segmentos do funcionalismo.
Na semana passada, em assembleia, o CPERS/Sindicato aprovou indicativo de greve. Os educadores estão em vigília na Praça da Matriz, que deverá ser reforçada, esta semana, por representantes da BM, Polícia Civil e Susepe.
Já o Conselho de Representantes da Ugeirm/Sindicato aprovou indicativo de greve no dia 16 de outubro.

Com informações do site da Ugeirm/Sindicato
Publicado em www.cpers.com.br

Vigília contra pacotes unifica servidores da Educação e Segurança

A partir de hoje, a vigília mantida desde ontem na Praça da Matriz pelos trabalhadores da Educação terá a participação de servidores da Brigada Militar. Os pacotes de Yeda são rejeitados pelos educadores e policiais militares, e já enfrentam resistência na opinião pública e no Legislativo.

Os trabalhadores estaduais da educação começaram ontem (terça-feira), em Porto Alegre, uma vigília em defesa dos direitos da categoria. Em conjunto com o Fórum dos Servidores Públicos Estaduais, os educadores exigem a retirada dos projetos enviados pelo governo do estado à Assembleia Legislativa. A partir desta quarta-feira 25, a vigília também contará com a participação de servidores da Brigada Militar.

Hoje os educadores entregaram aos deputados o abaixo-assinado em defesa dos planos de carreira da categoria. Cada documento reúne mais de 40 mil assinaturas, registradas e reconhecidas. Com o abaixo-assinado, cada parlamentar receberá um ofício solicitando a tomada de posição frente aos projetos do governo. Os deputados terão que dizer se estão do lado da destruição e direitos e dos serviços públicos ou do lado dos trabalhadores e seus direitos.
Postado em www.cpers.com.br

segunda-feira, 23 de novembro de 2009

PROPOSTAS APROVADAS NA ASSEMBLEIA GERAL DO CPERS DIA 20/11/2009

1) Rejeição, pela categoria, dos projetos do governo e exigência de que sejam retirados da Assembleia Legislativa.

2) Reafirmação da Pauta de Reivindicações da categoria e fortalecimento da luta pelo Piso Salarial Profissional Nacional.

3) Estado de greve da categoria.

4) Nova Assembleia Geral em 9/12/2009:
> Autorização para a Diretoria Central modificar a data da Assembleia Geral em função de alterações na tramitação dos projetos do governo na Assembleia Legislativa.

5) Vigília permanente na Praça da Matriz e Assembleia Legislativa:
> Rodízio dos Núcleos do CPERS, nas terças, quartas e quintas-feiras, com 7 (sete) Núcleos por dia;
> Início da vigília no dia 24/11, terça-feira, começando pelos primeiros núcleos da lista e, assim, sucessivamente;
> Organização de grupos de trabalhadores em educação, para percorrer os gabinetes dos deputados, pressionando contra o projeto do governo;
> Visitação aos coordenadores de bancadas e assessores dos deputados estaduais, para expor o nosso descontentamento;
> Organização de grupos de aposentados para passar nos gabinetes da Assembleia Legislativa;
> Intensificar a pressão permanente aos deputados estaduais junto as suas bases eleitorais;
> Campanha de e-mails dirigida aos deputados estaduais;
> Exigência de uma manifestação pública de todas as bancadas da Assembleia Legislativa, em defesa dos direitos dos trabalhadores em educação.

6) Ação na comunidade escolar:
> Organização por escola, bairro e cidade, de plenárias de esclarecimento da comunidade escolar;
> Organização de atos públicos para o esclarecimento da população.

7) Ação nos meios de comunicação:
> Através da ação direta da categoria, informar a população e a comunidade escolar a respeito dos projetos do governo, organizando grupos de trabalhadores em educação em nível de núcleo regional, para visitar os jornais e as emissoras de rádio e TV, em todas as cidades do Estado;
> Envio de notas e e-mails para os jornais, rádios e TVs, de responsabilidade das escolas, denunciando o pacote de projetos da Yeda;
> Elaboração de notas da categoria para divulgação na imprensa regional, dirigidas aos deputados estaduais;
> Chamar coletivas de imprensa nos núcleos regionais do CPERS, esclarecendo o pacote do governo para a população;
> Buscar apoio junto às rádios comunitárias afiliadas à Abraço-RS, que são parceiras nas lutas do movimento sindical, e com grande audiência no Estado.

8) Propor ao Fórum dos Servidores Públicos Estaduais, a construção de um Comando Unificado de Greve Geral do Serviço Público:
> Contra o Pacote da Yeda para o funcionalismo público.

9) Propostas para a CONAE:
> Encaminhar na CONAE moção de repúdio à Governadora Yeda, pela forma como vem tratando a educação do Rio Grande do Sul;
> Orientar cada delegado do CPERS, inclusive com textos, para que aproveite o espaço da CONAE, para denunciar o desmonte da educação pública, que vem sendo implementado pelo Governo do Estado;
> Moção de repúdio à Secretaria da Educação pelo seu descaso com a CONAE.

sábado, 21 de novembro de 2009

Educação Gaúcha em "Estado de Greve"


Assembleia Geral de Educadores, na tarde de sexta feira, dia 20 de novembro, reuniu cerca de 4 mil trabalhadores em educação do Rio Grande do Sul. A categoria ignorou o tempo chuvoso e manifestou sua indignação com os projetos do governo que pretendem destruir as conquistas feitas ao longo de 30 anos de luta.


Apesar do título enganoso e irônico de "Pacote de Bondades", a categoria reconhece seu verdadeiro caráter autoritário e mentiroso. O projeto exclui quase 90% dos profissionais da educação, além de mexer profundamente na vida funcional de todos. Em verdade, ninguém será beneficiado pelo tal completivo que somente engessa os salários, desmantela o plano de carreira e extingue a paridade entre ativos e aposentados, além de não contemplar os servidores de escola.


A partir do início da semana, até a próxima assembleia geral, os trabalhadores em educação estarão permanentemente na Praça da Matriz, na Assembleia Legislativa e em outros locais exigindo a retirada dos projetos e defendendo os direitos conquistados. Desde o início do governo Yeda, a educação enfrentou inúmeros ataques, como enturmação, multisseriação, fechamento de escolas e setores de apoio, além das salas de aula de lata. O processo de destruição não acabou, estendendo-se sobre a carreira dos educadores.

Como decisão desta assembleia, os educadores gaúchos exigem a imediata retirada das propostas encaminhadas à Assembleia Legislativa, foi aprovado o estado de greve, além da realização de uma nova assembleia geral dia 9 de dezembro.

Andrea - intervenção pela Democracia e Luta


Chega de ataques aos nossos direitos!

É preciso ir à luta e derrotar este governo corrupto, mentiroso e autoritário.

Mensagem de solidariedade de Cecília Honório - deputada - Portugal

O Bloco de Esquerda está solidário com todos/as os/as que lutam pela defesa da qualidade da escola pública e pela dignidade dos seus profissionais.
Foi com muita alegria que recebemos o testemunho da vossa luta, que é uma luta comum contra os ataques que comprometem a escola pública como lugar de democracia e de igualdade.
Em Portugal, a arrogância do governo de maioria absoluta do Partido Socialista empresarializou as escolas, dividiu arbitrariamente os/as professores/as em duas categorias (professores de primeira, “titulares”, e de segunda, “professores”), impondo-lhes um modelo de avaliação burocrático, hierárquico, incompetente, e destinado, apenas a reduzir salários. Ao mesmo tempo, a precaridedade entre os mais jovens torna-se insuportável, e a “escola a tempo inteiro” foi-se erguendo à custa de professores/as sem direitos e com salários miseráveis.
A luta que travámos envolveu a esmagadora maioria da classe, houve várias grandes manifestações, sem memória em Portugal. Foi criado um intenso movimento de opinião através de blogues, do activismo dos movimentos e do envolvimento dos sindicatos. E neste momento, há cedências significativas do governo.
É a esperança e a convicção de que uma outra escola é possível que nos tornam mais fortes.
Com um grande abraço
Cecília Honório
(deputada do Bloco de Esquerda; co-fundadora do Movimento Escola Pública)

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Assembleia Regional - 17º núcleo - Bagé

Realizou-se hoje a tarde, na Câmara de vereadores de Bagé, uma assembléia regional do 17º núcleo do Cpers-sindicato, com a presença de 100 professores e funcionários. Após as manifestações de alguns de seus membros foi deliberado o seguinte:
* Os trabalhadores em educação ficarão em ESTADO DE GREVE, com um dia de paralização e presença na Assembléia legislativa estadual a fim de pressionar os deputados da base governista para não aprovarem as modificações no plano de carreira do magistéria, enviadas pelo governo corrupto de YRC;
** Serão enviados emails para todos os deputados, lembrando-os que ano que vem terá eleições legislativas e que eles devem olhar com mais carinho aqueles que quase sempre determinam suas eleições, ao mesmo tempo indicando nossa capacidade de mobilização permanente em defesa de nossos direitos conquistados ao longo do tempo;
* Deverá ser realizada uma vigilia permanente(a partir da assembleia estadual do próximo dia 20) junto a assembléia legislativa, como forma de demonstrar nossa capacidade de luta.
PS: o sentimento que ficou da assembleia regional foi de intenso interesse pela participação e mobilização da categoria no sentido de lutar pela defesa de nossos direitos.
DIA 20- SEXTA-FEIRA, ASSEMBLÉIA ESTADUAL NO GIGANTINHO, AS 13H30MIN - VAMOS PARTICIPAR E ATÉ A VITÓRIA!!!!!
PROCURE O 17º NÚCLEO PARA SE CADASTRAR NO ONIBUS QUE DEVERÁ SAIR A MEIA-NOITE DE QUINTA- FEIRA

terça-feira, 17 de novembro de 2009

Alerta: o pacote de Yeda é enganoso

Mais uma vez a governadora Yeda Crusius tenta atacar os professores e os funcionários de escola.
Yeda tem ameaçado os educadores desde que assumiu o governo, com uma política educacional ditada pelos interesses dos empresários, que não melhora a qualidade da educação pública no Rio Grande do Sul.
Diante disso, o CPERS/Sindicato se dirige ao povo gaúcho para solicitar o apoio na defesa dos direitos de uma categoria, cujos vencimentos estão entre os mais baixos do funcionalismo público estadual.As medidas anunciadas no pacote do governo são enganosas. Veja:
• Os projetos não concedem qualquer reajuste salarial e têm como única finalidade desmontar as carreiras da categoria;
• o governo se recusa a aplicar o Piso Salarial Nacional como vencimento básico do Plano de Carreira;
• o governo quer implantar a meritocracia, gerando queda na qualidade no ensino e, consequentemente, a exclusão social;
• os educadores estão com os salários congelados há três anos;
• a proposta exclui os funcionários de escola, os professores com curso superior e congela o salário dos aposentados, rompendo com a paridade salarial entre ativos e inativos;
• um governo que destrói os serviços públicos e é acusado de chefiar uma “quadrilha criminosa”, não tem crédito quando diz que “valoriza o serviço público”.
O CPERS/Sindicato reafirma seu compromisso com a defesa da escola pública e de qualidade. Só a pressão sobre o governo e os deputados poderá evitar uma greve da categoria neste final de ano.
20 DE NOVEMBRO, 13H30, NO GIGANTINHO, ASSEMBLEIA GERAL DO CPERS. PARTICIPE!
Texto publicado na edição de terça-feria, 17 de novembro, do jornal Correio do Povo, de Porto Alegre/RS

domingo, 15 de novembro de 2009

39º núcleo do CPERS comemora seu 25º aniversário


Resplande e Andrea cumprimentam os convidados


Rejane cumprimenta Andrea e equipe dirigente
Homenagem às ex-diretoras

A festa estendeu-se pela madrugada

I Seminário Regional de Educação Inclusiva - 2º dia


As atividades do I Seminário Regional de Educação Inclusiva, promovido pelo 39º núcleo do CPERS, teve continuidade no sábado, dia 14 de novembro.

Pela manhã o tema abordado foi "Legislação - do discurso à prática" com painel das professoras Mársia e Carmem Dotto.

Na parte da tarde, aconteceu a apresentação de experiências práticas em turmas especiais e inclusões, ocorridas em diversas regiões do RS. Para este ponto, estiveram presentes as professoras Rosa e Catarina (Passo Fundo) e Luciméia Dalcomig (Santa Maria), abordando a educação de surdos; Cíntia Silveira (Porto Alegre) e o ensino para cegos e Ana Lúcia Cabral (Bagé), educação especial para deficientes mentais.