domingo, 3 de janeiro de 2010
domingo, 27 de dezembro de 2009
terça-feira, 22 de dezembro de 2009
A vitória da união sobre a intransigência
Os servidores públicos estaduais do RS, em especial, educadores e policiais militares, têm no dia 22 de dezembro de 2009 um marco histórico nas lutas em defesa dos seus direitos.
Após um ano de muita mobilização dos trabalhadores, o governo enviou à Assembléia Legislativa um pacote de projetos de leis, para votação em regime de urgência, extremamente nefastos, que atacariam as duas maiores categorias do serviço público do estado, congelaria salários e retiraria direitos conquistados ao longo de muitos anos de luta.
Após um ano de muita mobilização dos trabalhadores, o governo enviou à Assembléia Legislativa um pacote de projetos de leis, para votação em regime de urgência, extremamente nefastos, que atacariam as duas maiores categorias do serviço público do estado, congelaria salários e retiraria direitos conquistados ao longo de muitos anos de luta.
Numa ação inesperada pelo governo, os servidores demonstraram toda a força da sua união e conhecimento acerca do real conteúdo dos projetos, protestando e buscando apoio contra a aprovação dos mesmos. Assim, com várias categorias em “estado de greve” e a vanguarda do magistério ocupando a Praça da Matriz, em frente à Assembleia Legislativa e Palácio Piratini, sem desistir de proteger seu plano de carreira, durante os dias 15, 16 e 17 de dezembro o projeto que aumentava a contribuição previdenciária e criava um completivo salarial para a BM foi a plenário sem conseguir ser votada, uma vez que a base governista não tinha os votos suficientes para sua aprovação, retirando o quórum nas três sessões.
Em última tentativa, foi marcada sessão extraordinária para a terça feira, dia 22, quando deveriam ser votados, pela manhã, os projetos da Brigada Militar e, à tarde, os do Magistério, a fim de destrancar a pauta e concluir os trabalhos da AL para então iniciar o recesso parlamentar.
Os boatos de retirada dos projetos, divulgados pela imprensa, não desmobilizou os servidores que lotaram as galerias, somados ao grande grupo que aguardava na frente do Palácio Farroupilha, com bandeiras, faixas, cartazes e palavras de ordem. A manhã de discussões acaloradas na AL, deram a certeza da derrota dos projetos de lei, fazendo com que a base governista optasse pela votação contrária ao pacote. Após, foi retirada a urgência dos projetos que tratam dos direitos e salários do magistério.
Em clima de emoção, os servidores comemoraram a derrota do governo e entoaram o Hino Rio-grandense, celebrando a vitória da unidade dos trabalhadores, a qual permanecerá em 2010. Logo depois, os educadores aprovaram o encerramento da greve que durou 8 dias, de muita mobilização e pressão pela rejeição do pacote.
No dia seguinte, foi divulgado pela imprensa burguesa, pesquisa de opinião realizada entre os dias 14 e 18 deste mês, pelo Datafolha, que mostra que a governadora do Rio Grande do Sul, Yeda Crusius (PSDB), tem a pior avaliação num ranking de dez governadores.
Com nota média de 3,9, Yeda ficou atrás até do governador do Distrito Federal, José Roberto Arruda, sem partido, que teve nota média de 4,8.Yeda tem seu governo avaliado como péssimo ou ruim por 50% dos entrevistados. Somente 12% acham o governo gaúcho ótimo ou bom. Para 37% a administração da governadora é regular.
Os dois governadores com pior avaliação no levantamento tiveram, recentemente, os nomes envolvidos em escândalos de corrupção nos estados que governam.
segunda-feira, 21 de dezembro de 2009
22 de Dezembro - dia D para Brigada e Magistério

Nesta terça feira, dia 22 de dezembro, é preciso voltar para a Praça da Matriz e mostrar aos deputados do RS que não desistimos de lutar pelos nossos direitos.
Somente a mobilização poderão vencer o pacote de maldades.
Pegue sua bandeira,
sua sineta e
vá para a Praça da Matriz,
a partir das 7h...
Nossa união faz a nossa força!!!
quinta-feira, 17 de dezembro de 2009
CONVITE
Durante os dias 15, 16 e 17 de dezembro, mostramos aos governantes e à sociedade que nossa luta e mobilização são capazes de nos dar vitórias.
Nesta semana a base governista retirou-se das sessões plenárias para não ser derrotada, graças à união e mobilização dos servidores, tanto nas galerias da Assembleia Legislativa como no “Acampamento da Resistência”, montado na Praça da Matriz.
Porém, a guerra não está vencida e os projetos voltarão à pauta na terça feira, dia 22.
Será neste dia que precisaremos mostrar toda a nossa força.
Participe do Ato Unitário dos Servidores Públicos do RS!
Procure seu Núcleo e faça já a sua inscrição!
Ônibus 100% subsidiado!!!
Você não pode faltar. Sua presença é fundamental na defesa dos nossos direitos e do Plano de Carreira.
“O maior patrimônio de uma nação é o espírito de luta de seu povo...”
Nesta semana a base governista retirou-se das sessões plenárias para não ser derrotada, graças à união e mobilização dos servidores, tanto nas galerias da Assembleia Legislativa como no “Acampamento da Resistência”, montado na Praça da Matriz.
Porém, a guerra não está vencida e os projetos voltarão à pauta na terça feira, dia 22.
Será neste dia que precisaremos mostrar toda a nossa força.
Participe do Ato Unitário dos Servidores Públicos do RS!
Procure seu Núcleo e faça já a sua inscrição!
Ônibus 100% subsidiado!!!
Você não pode faltar. Sua presença é fundamental na defesa dos nossos direitos e do Plano de Carreira.
“O maior patrimônio de uma nação é o espírito de luta de seu povo...”
3º dia de Resistência

A quinta feira marcou o terceiro dia de greve dos educadores, da resistência dos servidores públicos e uma grande vitória contra o governo estadual. Mais uma vez, a base aliada não deu quórum para a votação dos PLs da Brigada Militar, deixando a votação para a terça feira, dia 22, a partir das 10h.

Nos próximos dias serão intensificadas as discussões com os deputados em suas bases, além de incentivar os servidores e educadores a participarem do Ato Unitário, dia 22, terça feira, quando a Praça da Matriz será novamente ocupada e as sinetas voltarão a tocar.
quarta-feira, 16 de dezembro de 2009
2º dia do Acampamento da Resistência


Na manhã de quarta feira os educadores em greve e outros servidores estaduais - que apoiam os educadores - continuam acampados na Praça da Matriz, em vigília contra a aprovação dos projetos do governo. O segundo dia não teve nenhum incidente e o efetivo da Brigada Militar, em serviço fazendo a guarda do Palácio Piratini (ou dos colegas servidores), aproveitou a sombra oferecida pelas árvores, próximo das barracas, para se protegerem do sol e calor intenso.
Na Assembleia Legislativa, as PECs - que tratam do reajuste no desconto previdenciário e concede um completivo para a polícia militar - não tiveram quórum suficiente para serem votadas. Na sessão de terça feira eram 25 os deputados contrários aos projetos, na tarde de hoje, já somaram 26. Os projetos retornarão à pauta na sessão desta sexta feira.
terça-feira, 15 de dezembro de 2009
Faltou Quórum

Na tarde desta terça feira, foram ao Plenário os projetos de lei que aumentam a contribuição previdenciária da Brigada Militar e o completivo salarial para os soldados. O governo teve a primeira derrota com a rejeição dos deputados às emendas para qualquer um dos quatro projetos. Assim, a base aliada de Yeda retirou-se da sessão, encerrando-a por falta de quórum.
Amanhã, será retomada a votação com a mesma pauta.
Amanhã, será retomada a votação com a mesma pauta.
À noite, após um dia de muitas atividades e tensões, os acampados tiveram momentos de descontração. Enquanto o jantar era preparado, os talentos lá reunidos entoaram várias músicas, de nativistas, regionalistas até MPB, com o acompanhamento dos ativistas.
15/12/2009 - início da Greve da Educação


Na manhã desta terça feira, 15 de dezembro, teve início mais uma greve dos Educadores gaúchos, com o apoio dos demais servidores públicos do estado.

Logo no início da manhã começaram a chegar os primeiros ônibus com manifestantes prontos para acamparem na Praça da Matriz, no denominado Acampamento da Resistência, que objetiva a retirada dos projetos do governo da Assembleia Legislativa. Em princípio, houve uma resistência da Brigada Militar em permitir a montagem das barracas, com um certo tumulto. O capitão, responsável pela tropa ameaçou os educadores, dizendo que contavam com um "interdito proibitório", o qual proibia a colocação das mesmas na praça. Com a relutância dos manifestantes, acabaram permitindo a instalação de toldos e barracas, que logo tomaram conta de todos os espaços possíveis, sem impedir o trânsito de pedestres.

Por volta das 10 horas, começou o Ato Unitário dos Servidores, com a participação de representantes do CPERS, Brigada Militar, Polícia Civil, Susepe, Bancários e outras categorias. Nas falas de todos foi evidente o repúdio dos servidores aos projetos apresentados pelo governo, que destroem as carreiras dos servidores públicos e congela salários.

A Presidente do CPERS, Rejane de Oliveira, declarou que os profissionais que deixaram suas casas e famílias, nesta época do ano, apesar do cansaço, devem ser considerados heróis, pois estão defendendo os direitos de todos os servidores. Segundo Neida Oliveira, 1ª vice-presidente do CPERS, durante a tarde de hoje o comando de greve vai visitar todas as bancadas, exigindo dos deputados o apoio à luta dos trabalhadores. À tardinha, o comando se reunirá com a ACPM para explicar-lhes o motivo da greve e pedir que pressionem o governo e os deputados contra os projetos, para que a greve possa ser encerrada o mais breve possível. Régis Ethur, representando a Conlutas e corrente Democracia & Luta defendeu que somente a pressão e a união dos trabalhadores será capaz de derrotar este governo.
segunda-feira, 14 de dezembro de 2009
Governo Yeda compromete o final do ano letivo
Mais uma vez a comunidade gaúcha será prejudicada pela irresponsabilidade da governadora que, além de destruir o serviço público, ataca os direitos dos servidores. Um governo que optou pelo conflito com o funcionalismo.
No dia 17 de novembro, encaminhou para a Assembleia Legislativa um “pacote de maldades” prevendo alterações nas carreiras e eliminando conquistas históricas dos trabalhadores em educação.
No dia 17 de novembro, encaminhou para a Assembleia Legislativa um “pacote de maldades” prevendo alterações nas carreiras e eliminando conquistas históricas dos trabalhadores em educação.
Neste período, o CPERS/Sindicato e outras entidades que representam os servidores públicos realizaram vigílias, manifestações, visitas às câmaras de vereadores e aos deputados estaduais, mas oc projetos continuam ameaçando o presente e o futuro dos trabalhadores.
Além de manterem o arrocho salarial vigente, eles acabam com as carreiras e com direitos históricos de educadores, brigadianos, policiais civis e demais servidores.
A greve, neste momento, é a única forma de forçar o governo a retirar os projetos. O final do ano letivo também está nas mãos dos deputados, que precisam manifestar sua opinião contrária à aprovação dos projetos.
No próximo dia 15, um ato público unitário dos servidores, às 10h, na Praça da Matriz, em Porto Alegre, vai marcar o primeiro dia da paralisação. Nesta mesma data, os educadores começarão a instalar barracas na praça, no chamado “acampamento pela retirada ou rejeição dos projetos de Yeda”.
Além de manterem o arrocho salarial vigente, eles acabam com as carreiras e com direitos históricos de educadores, brigadianos, policiais civis e demais servidores.
A greve, neste momento, é a única forma de forçar o governo a retirar os projetos. O final do ano letivo também está nas mãos dos deputados, que precisam manifestar sua opinião contrária à aprovação dos projetos.
No próximo dia 15, um ato público unitário dos servidores, às 10h, na Praça da Matriz, em Porto Alegre, vai marcar o primeiro dia da paralisação. Nesta mesma data, os educadores começarão a instalar barracas na praça, no chamado “acampamento pela retirada ou rejeição dos projetos de Yeda”.
João dos Santos e Silva, assessor de imprensa do CPERS/Sindicato
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