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domingo, 27 de dezembro de 2009
terça-feira, 22 de dezembro de 2009
A vitória da união sobre a intransigência
Após um ano de muita mobilização dos trabalhadores, o governo enviou à Assembléia Legislativa um pacote de projetos de leis, para votação em regime de urgência, extremamente nefastos, que atacariam as duas maiores categorias do serviço público do estado, congelaria salários e retiraria direitos conquistados ao longo de muitos anos de luta.
Numa ação inesperada pelo governo, os servidores demonstraram toda a força da sua união e conhecimento acerca do real conteúdo dos projetos, protestando e buscando apoio contra a aprovação dos mesmos. Assim, com várias categorias em “estado de greve” e a vanguarda do magistério ocupando a Praça da Matriz, em frente à Assembleia Legislativa e Palácio Piratini, sem desistir de proteger seu plano de carreira, durante os dias 15, 16 e 17 de dezembro o projeto que aumentava a contribuição previdenciária e criava um completivo salarial para a BM foi a plenário sem conseguir ser votada, uma vez que a base governista não tinha os votos suficientes para sua aprovação, retirando o quórum nas três sessões.
Em última tentativa, foi marcada sessão extraordinária para a terça feira, dia 22, quando deveriam ser votados, pela manhã, os projetos da Brigada Militar e, à tarde, os do Magistério, a fim de destrancar a pauta e concluir os trabalhos da AL para então iniciar o recesso parlamentar.
Os boatos de retirada dos projetos, divulgados pela imprensa, não desmobilizou os servidores que lotaram as galerias, somados ao grande grupo que aguardava na frente do Palácio Farroupilha, com bandeiras, faixas, cartazes e palavras de ordem. A manhã de discussões acaloradas na AL, deram a certeza da derrota dos projetos de lei, fazendo com que a base governista optasse pela votação contrária ao pacote. Após, foi retirada a urgência dos projetos que tratam dos direitos e salários do magistério.
Em clima de emoção, os servidores comemoraram a derrota do governo e entoaram o Hino Rio-grandense, celebrando a vitória da unidade dos trabalhadores, a qual permanecerá em 2010. Logo depois, os educadores aprovaram o encerramento da greve que durou 8 dias, de muita mobilização e pressão pela rejeição do pacote.
No dia seguinte, foi divulgado pela imprensa burguesa, pesquisa de opinião realizada entre os dias 14 e 18 deste mês, pelo Datafolha, que mostra que a governadora do Rio Grande do Sul, Yeda Crusius (PSDB), tem a pior avaliação num ranking de dez governadores.
Com nota média de 3,9, Yeda ficou atrás até do governador do Distrito Federal, José Roberto Arruda, sem partido, que teve nota média de 4,8.Yeda tem seu governo avaliado como péssimo ou ruim por 50% dos entrevistados. Somente 12% acham o governo gaúcho ótimo ou bom. Para 37% a administração da governadora é regular.
Os dois governadores com pior avaliação no levantamento tiveram, recentemente, os nomes envolvidos em escândalos de corrupção nos estados que governam.
segunda-feira, 21 de dezembro de 2009
22 de Dezembro - dia D para Brigada e Magistério

quinta-feira, 17 de dezembro de 2009
CONVITE
Nesta semana a base governista retirou-se das sessões plenárias para não ser derrotada, graças à união e mobilização dos servidores, tanto nas galerias da Assembleia Legislativa como no “Acampamento da Resistência”, montado na Praça da Matriz.
Porém, a guerra não está vencida e os projetos voltarão à pauta na terça feira, dia 22.
Será neste dia que precisaremos mostrar toda a nossa força.
Participe do Ato Unitário dos Servidores Públicos do RS!
Procure seu Núcleo e faça já a sua inscrição!
Ônibus 100% subsidiado!!!
Você não pode faltar. Sua presença é fundamental na defesa dos nossos direitos e do Plano de Carreira.
“O maior patrimônio de uma nação é o espírito de luta de seu povo...”
3º dia de Resistência


Nos próximos dias serão intensificadas as discussões com os deputados em suas bases, além de incentivar os servidores e educadores a participarem do Ato Unitário, dia 22, terça feira, quando a Praça da Matriz será novamente ocupada e as sinetas voltarão a tocar.
quarta-feira, 16 de dezembro de 2009
2º dia do Acampamento da Resistência


terça-feira, 15 de dezembro de 2009
Faltou Quórum

Amanhã, será retomada a votação com a mesma pauta.
15/12/2009 - início da Greve da Educação





segunda-feira, 14 de dezembro de 2009
Governo Yeda compromete o final do ano letivo
No dia 17 de novembro, encaminhou para a Assembleia Legislativa um “pacote de maldades” prevendo alterações nas carreiras e eliminando conquistas históricas dos trabalhadores em educação.
Além de manterem o arrocho salarial vigente, eles acabam com as carreiras e com direitos históricos de educadores, brigadianos, policiais civis e demais servidores.
A greve, neste momento, é a única forma de forçar o governo a retirar os projetos. O final do ano letivo também está nas mãos dos deputados, que precisam manifestar sua opinião contrária à aprovação dos projetos.
No próximo dia 15, um ato público unitário dos servidores, às 10h, na Praça da Matriz, em Porto Alegre, vai marcar o primeiro dia da paralisação. Nesta mesma data, os educadores começarão a instalar barracas na praça, no chamado “acampamento pela retirada ou rejeição dos projetos de Yeda”.
quinta-feira, 10 de dezembro de 2009
SOMENTE A GREVE MANTÉM O PLANO DE CARREIRA


Após a deliberação, os educadores uniram-se a outras categorias e foram em caminhada até o Palácio Piratini, onde realizaram Ato Público e fizeram a entrega simbólica do “material de trabalho” dos profissionais ali representados: educação, saúde, segurança, entre outros, indicando que se os projetos não forem retirados, poderá ocorrer greve geral no Rio Grande do Sul.

terça-feira, 8 de dezembro de 2009
Câmara de Vereadores de Caçapava do Sul aprova Moção contra os projetos do Governo Yeda
A moção foi proposta pela vereadora Rosilda Freitas, que é professora estadual, em sessão acompanhada pelas professoras Nelci Dutra de Almeida (diretora do 17º Núcleo), Eva Meira de Souza (representante dos aposentados de Caçapava do Sul), Eunice Souza Couto (representante municipal) e Iolanda Regina dias Pereira, entre outros. A vereadora, na oportunidade, comunicou que já contatou com todos os deputados de sua bancada, solicitando-lhes que não votem um projeto tão destrutivo à grande parte dos servidores que já são penalizados pelas condições de trabalho e salários tão baixos, congelados há pelo menos três anos.
Os vereadores das bancadas do PT, PP e PMDB, aprovaram a moção, apoiando a luta dos servidores e se somando aos pedidos de imediata retirada dos projetos que se encontram na Assembléia Legislativa.
sexta-feira, 4 de dezembro de 2009
Moções contrárias ao pacote de Yeda são aprovadas pela Câmara de Vereadores de Viamão

As moções foram assinadas pelas bancadas do PT, PP, PTB, PMDB e PSOL. Uma delas, direcionada à governadora, exige a retirada dos projetos. A outra, a ser encaminhada à Assembleia Legislativa, cobra a rejeição aos projetos.
A sessão que discutiu o pacote encaminhado pelo governo gaúcho ao legislativo estadual aconteceu na noite de quinta-feira 3. Professores e funcionários de escola acompanharam a sessão do Legislativo viamonense.
O CPERS/Sindicato estava representado por Manoel da Silva Fernandes, diretor do 22º Núcleo do sindicato (Gravataí) e pela segunda vice-presidente estadual Neiva Lazzarotto.
Já a Abamf – Associação dos Servidores de Nível Médio da Brigada Militar foi representada por Leonel Lucas, que confirmou presença na assembleia geral do CPERS, marcada para o próximo dia 9, às 13h30, no Gigantinho, em Porto Alegre.
João dos Santos e Silva, assessor de imprensa do CPERS/Sindicato, com informações do 22º Núcleo do CPERS/Sindicato (Gravataí)
quarta-feira, 2 de dezembro de 2009
Matéria Publicada no Jornal do Comércio - 02/12/2009
Servidores estaduais ligados à Segurança Pública e à Educação se concentraram na manhã de ontem em frente ao Palácio Piratini para pedir a retirada dos projetos enviados pelo Executivo à Assembleia Legislativa. Eles argumentam que as medidas pretendidas pelo governo mexem com as estruturas das carreiras e não acrescentam benefícios ao funcionalismo.
Desde as 10h da manhã, diversos representantes sindicais se revezaram nas falas de cima de um carro de som estacionado em meio a um cercado montado em frente da Praça da Matriz e separado do Palácio Piratini por um cordão de soldados da Brigada Militar.
Em meio aos discursos, chegou a ser anunciado pelos dirigentes sindicais um recuo do governo, que teria desistido do pedido de urgência na tramitação dos projetos. Na assessoria Legislativa do Parlamento, no entanto, nenhuma mudança havia sido apresentada pelo governo aos projetos que foram protocolados em novembro e devem ir à votação até o dia 22 de dezembro, última sessão plenária antes do recesso parlamentar.
"Os servidores não aceitam só a retirada do regime de urgência. É preciso que os projetos sejam definitivamente retirados", defendeu a presidente do Cpers, Rejane de Oliveira. Ela sustentou que, caso as medidas continuem tramitando, as categorias poderão fazer uma greve geral. A entidade tem assembleia marcada para o dia 9.
Isaac Ortiz, presidente da Ugeirm Sindicato, salientou que as propostas "destroem o serviço público e as carreiras". "Este governo, afundado em corrupção, não tem moral para mexer nas carreiras", atacou.
Leonel Lucas Lima, representante da Abamf - entidade dos servidores da Brigada Militar (BM) -, revelou que os brigadianos estão sendo pressionados pelo comando-geral da BM a não se manifestar com relação aos projetos.
"A maioria destes servidores que estão fardados aqui na frente (do Palácio) me ligaram ontem dizendo que queriam estar conosco, mas o comando-geral colocou-os aqui, atrás de nós, e diz que eles não podem fazer greve", relatou.
Por volta das 11h30min, representantes das categorias foram até a Assembleia Legislativa entregar um manifesto aos deputados que participavam da reunião de líderes. Eles também estiveram no Palácio para entregar o documento ao governo.
A professora Maria Souza veio da cidade de Guaíba para participar da mobilização. Ela explica que, faltando apenas cinco anos para se aposentar e estando no nível seis do magistério - onde se enquadram os que têm nível superior de ensino -, não terá vantagens com a suplantação de R$ 1.500,00 defendida pelo governo.
"É uma punição pensar que vou me aposentar e entrar para uma situação em que os salários estarão congelados para sempre. Não há nada neste pacote para os inativos. Se as medidas forem aprovadas, todos os professores que estão na mesma situação que eu terão seus salários arrochados", sustenta.
Servidor da Brigada Militar, o solado Renato Ávila, de Porto Alegre, também se queixa das propostas. Com 24 anos de carreira, entende que os projetos irão extinguir vantagens conquistadas pela categoria como o risco de vida. "Não há reconhecimento. Os R$ 1.200,00 não representam um aumento, serão um completivo. Além disso, quem está inativo terá ainda mais prejuízo", afirma. A atividade teve o apoio de vereadores de Porto Alegre e deputados estaduais e federais.
Executivo não confirma retirada do pedido de urgência na Assembleia
Apesar da pressão dos servidores, o governo do Estado ainda não concretizou a retirada do pedido de urgência na tramitação dos projetos que alteram as carreiras da Segurança Pública e da Educação. O líder do governo na Assembleia Legislativa, Pedro Westphalen (PP), informou que até amanhã as matérias serão analisadas pelas assessorias técnicas das bancadas.
"Vamos esperar essas reuniões", afirmou o deputado progressista. O retorno dos parlamentares sobre a reação de suas bases no Interior do Estado também deve contar para a decisão do Executivo.
Os projetos encontram resistência também na base aliada. O deputado Edson Brum (PMDB) subiu à tribuna do plenário para afirmar que votará contra as medidas. "Se ficar como está, eu votarei contra. Quando se mexe em plano de carreira tem que haver um tempo maior de discussão", defendeu Brum.
Ele é a favor da retirada do pedido de urgência. Temos que fazer projetos melhor do que aqueles que chegaram aqui na Casa. Não voto nada que retire direito adquirido", enfatizou Brum.
O deputado Marquinho Lang (DEM) também não está satisfeito com os projetos encaminhados pelo Executivo à Assembleia. Oriundo da Brigada Militar, o parlamentar entende que as medidas prejudicam a categoria.
"Onde vamos, o retorno é de que a proposta contraria a estrutura da carreira. O governo dará apenas um abono momentâneo que não será acrescido no básico do policial. Já o aumento da contribuição previdenciária é para a vida toda", ponderou.
Lang criticou os critérios sugeridos pelo Executivo, que, segundo ele, ampliam as diferenças salariais. "O governo está criando uma disparidade entre os salários. Os projetos não estão sendo aceitos pelas categorias", destacou.
terça-feira, 1 de dezembro de 2009
Ato Unificado do Funcionalismo Estadual
segunda-feira, 30 de novembro de 2009
quinta-feira, 26 de novembro de 2009
Semântica e ortografia
JUREMIR MACHADO DA SILVA > correio@correiodopovo.com.br
quarta-feira, 25 de novembro de 2009
Alberto Oliveira diz que governo deve reavaliar e revisar projetos
Celso Bender - MTB 5771 PMDB 18:09 - 25/11/2009
O deputado Alberto Oliveira (PMDB) advertiu para a necessidade de o governo do Estado “reavaliar e revisar” os projetos enviados ao Legislativo e que envolvem inúmeras categorias de funcionários e a utilização do fundo previdenciário. “Esta seria uma medida sensata, para que não seja criado um clima de desagregação”. Lembrou que as propostas foram remetidas sem a discussão com as entidades representativas, nem com a Assembleia. "Além disso, o prazo para o debate é muito curto, tendo em vista a complexidade das medidas".
Segundo ele, representantes de várias categorias têm debatido a situação com o Parlamento e “a percepção é que, da forma como foram encaminhadas as proposições, sua aprovação torna-se muito improvável, diante do ambiente contrário”, alertou o peemedebista. Lembrou que os segmentos envolvidos nestes projetos representam “milhares de famílias gaúchas”.
DIREITOS HUMANOS
Ministro Vannuchi apresenta relatório sobre criminalização de movimentos sociais
Stella Máris Valenzuela - 4983 PT 10:54 - 25/11/2009
O evento acontecerá às 10h30 desta quinta-feira (26), na Assembleia Legislativa
O ministro Paulo Vannuchi apresenta às 10h30 desta quinta-feira (26) o relatório final da Comissão Especial da Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República, que apurou tentativas de criminalização de movimentos sociais por parte do Ministério Público Estadual, Poder Judiciário gaúcho e Brigada Militar.
O relatório também aponta soluções visando a garantir o respeito aos direitos civis e às liberdades públicas. O evento acontece na sala do Fórum Democrático, no térreo da Assembléia Legislativa.
Servidores realizarão ato unificado no dia 1º de dezembro contra pacotes de Yeda
A avaliação conjunta das entidades é de que é preciso pressionar os parlamentares para que a governadora recue no intento de destruir as carreiras do serviço público. Na reunião, estavam presentes representantes da área da segurança pública (ASSTBM, Abamf e Amapergs), CPERS/Sindicato, Ugeirm/Sindicato, Sindicaixa, Sindsepe e Simpe, que integram o Fórum de Servidores Públicos.
Greve - Em assembleia realizada no auditório Dante Barone, os policiais militares aprovaram indicativo de greve e a retirada do “pacote” da governadora – inclusive o que confere, supostamente, novo piso salarial para soldados de 1ª Classe. A base da BM também aprovou a unificação de ações juntamente com outros segmentos do funcionalismo.
Na semana passada, em assembleia, o CPERS/Sindicato aprovou indicativo de greve. Os educadores estão em vigília na Praça da Matriz, que deverá ser reforçada, esta semana, por representantes da BM, Polícia Civil e Susepe.
Já o Conselho de Representantes da Ugeirm/Sindicato aprovou indicativo de greve no dia 16 de outubro.
Com informações do site da Ugeirm/Sindicato
Vigília contra pacotes unifica servidores da Educação e Segurança
Os trabalhadores estaduais da educação começaram ontem (terça-feira), em Porto Alegre, uma vigília em defesa dos direitos da categoria. Em conjunto com o Fórum dos Servidores Públicos Estaduais, os educadores exigem a retirada dos projetos enviados pelo governo do estado à Assembleia Legislativa. A partir desta quarta-feira 25, a vigília também contará com a participação de servidores da Brigada Militar.
Hoje os educadores entregaram aos deputados o abaixo-assinado em defesa dos planos de carreira da categoria. Cada documento reúne mais de 40 mil assinaturas, registradas e reconhecidas. Com o abaixo-assinado, cada parlamentar receberá um ofício solicitando a tomada de posição frente aos projetos do governo. Os deputados terão que dizer se estão do lado da destruição e direitos e dos serviços públicos ou do lado dos trabalhadores e seus direitos.
segunda-feira, 23 de novembro de 2009
PROPOSTAS APROVADAS NA ASSEMBLEIA GERAL DO CPERS DIA 20/11/2009
2) Reafirmação da Pauta de Reivindicações da categoria e fortalecimento da luta pelo Piso Salarial Profissional Nacional.
3) Estado de greve da categoria.
4) Nova Assembleia Geral em 9/12/2009:
> Autorização para a Diretoria Central modificar a data da Assembleia Geral em função de alterações na tramitação dos projetos do governo na Assembleia Legislativa.
5) Vigília permanente na Praça da Matriz e Assembleia Legislativa:
> Rodízio dos Núcleos do CPERS, nas terças, quartas e quintas-feiras, com 7 (sete) Núcleos por dia;
> Início da vigília no dia 24/11, terça-feira, começando pelos primeiros núcleos da lista e, assim, sucessivamente;
> Organização de grupos de trabalhadores em educação, para percorrer os gabinetes dos deputados, pressionando contra o projeto do governo;
> Visitação aos coordenadores de bancadas e assessores dos deputados estaduais, para expor o nosso descontentamento;
> Organização de grupos de aposentados para passar nos gabinetes da Assembleia Legislativa;
> Intensificar a pressão permanente aos deputados estaduais junto as suas bases eleitorais;
> Campanha de e-mails dirigida aos deputados estaduais;
> Exigência de uma manifestação pública de todas as bancadas da Assembleia Legislativa, em defesa dos direitos dos trabalhadores em educação.
6) Ação na comunidade escolar:
> Organização por escola, bairro e cidade, de plenárias de esclarecimento da comunidade escolar;
> Organização de atos públicos para o esclarecimento da população.
7) Ação nos meios de comunicação:
> Através da ação direta da categoria, informar a população e a comunidade escolar a respeito dos projetos do governo, organizando grupos de trabalhadores em educação em nível de núcleo regional, para visitar os jornais e as emissoras de rádio e TV, em todas as cidades do Estado;
> Envio de notas e e-mails para os jornais, rádios e TVs, de responsabilidade das escolas, denunciando o pacote de projetos da Yeda;
> Elaboração de notas da categoria para divulgação na imprensa regional, dirigidas aos deputados estaduais;
> Chamar coletivas de imprensa nos núcleos regionais do CPERS, esclarecendo o pacote do governo para a população;
> Buscar apoio junto às rádios comunitárias afiliadas à Abraço-RS, que são parceiras nas lutas do movimento sindical, e com grande audiência no Estado.
8) Propor ao Fórum dos Servidores Públicos Estaduais, a construção de um Comando Unificado de Greve Geral do Serviço Público:
> Contra o Pacote da Yeda para o funcionalismo público.
9) Propostas para a CONAE:
> Encaminhar na CONAE moção de repúdio à Governadora Yeda, pela forma como vem tratando a educação do Rio Grande do Sul;
> Orientar cada delegado do CPERS, inclusive com textos, para que aproveite o espaço da CONAE, para denunciar o desmonte da educação pública, que vem sendo implementado pelo Governo do Estado;
> Moção de repúdio à Secretaria da Educação pelo seu descaso com a CONAE.
sábado, 21 de novembro de 2009
Educação Gaúcha em "Estado de Greve"


Apesar do título enganoso e irônico de "Pacote de Bondades", a categoria reconhece seu verdadeiro caráter autoritário e mentiroso. O projeto exclui quase 90% dos profissionais da educação, além de mexer profundamente na vida funcional de todos. Em verdade, ninguém será beneficiado pelo tal completivo que somente engessa os salários, desmantela o plano de carreira e extingue a paridade entre ativos e aposentados, além de não contemplar os servidores de escola.

A partir do início da semana, até a próxima assembleia geral, os trabalhadores em educação estarão permanentemente na Praça da Matriz, na Assembleia Legislativa e em outros locais exigindo a retirada dos projetos e defendendo os direitos conquistados. Desde o início do governo Yeda, a educação enfrentou inúmeros ataques, como enturmação, multisseriação, fechamento de escolas e setores de apoio, além das salas de aula de lata. O processo de destruição não acabou, estendendo-se sobre a carreira dos educadores.
Como decisão desta assembleia, os educadores gaúchos exigem a imediata retirada das propostas encaminhadas à Assembleia Legislativa, foi aprovado o estado de greve, além da realização de uma nova assembleia geral dia 9 de dezembro.

Chega de ataques aos nossos direitos!
Mensagem de solidariedade de Cecília Honório - deputada - Portugal
Foi com muita alegria que recebemos o testemunho da vossa luta, que é uma luta comum contra os ataques que comprometem a escola pública como lugar de democracia e de igualdade.
Em Portugal, a arrogância do governo de maioria absoluta do Partido Socialista empresarializou as escolas, dividiu arbitrariamente os/as professores/as em duas categorias (professores de primeira, “titulares”, e de segunda, “professores”), impondo-lhes um modelo de avaliação burocrático, hierárquico, incompetente, e destinado, apenas a reduzir salários. Ao mesmo tempo, a precaridedade entre os mais jovens torna-se insuportável, e a “escola a tempo inteiro” foi-se erguendo à custa de professores/as sem direitos e com salários miseráveis.
A luta que travámos envolveu a esmagadora maioria da classe, houve várias grandes manifestações, sem memória em Portugal. Foi criado um intenso movimento de opinião através de blogues, do activismo dos movimentos e do envolvimento dos sindicatos. E neste momento, há cedências significativas do governo.
É a esperança e a convicção de que uma outra escola é possível que nos tornam mais fortes.
Com um grande abraço
Cecília Honório
quarta-feira, 18 de novembro de 2009
Assembleia Regional - 17º núcleo - Bagé
PS: o sentimento que ficou da assembleia regional foi de intenso interesse pela participação e mobilização da categoria no sentido de lutar pela defesa de nossos direitos.
PROCURE O 17º NÚCLEO PARA SE CADASTRAR NO ONIBUS QUE DEVERÁ SAIR A MEIA-NOITE DE QUINTA- FEIRA
terça-feira, 17 de novembro de 2009
Alerta: o pacote de Yeda é enganoso
• o governo se recusa a aplicar o Piso Salarial Nacional como vencimento básico do Plano de Carreira;
• o governo quer implantar a meritocracia, gerando queda na qualidade no ensino e, consequentemente, a exclusão social;
• os educadores estão com os salários congelados há três anos;
• a proposta exclui os funcionários de escola, os professores com curso superior e congela o salário dos aposentados, rompendo com a paridade salarial entre ativos e inativos;
O CPERS/Sindicato reafirma seu compromisso com a defesa da escola pública e de qualidade. Só a pressão sobre o governo e os deputados poderá evitar uma greve da categoria neste final de ano.
20 DE NOVEMBRO, 13H30, NO GIGANTINHO, ASSEMBLEIA GERAL DO CPERS. PARTICIPE!
domingo, 15 de novembro de 2009
39º núcleo do CPERS comemora seu 25º aniversário


Resplande e Andrea cumprimentam os convidados


I Seminário Regional de Educação Inclusiva - 2º dia


Pela manhã o tema abordado foi "Legislação - do discurso à prática" com painel das professoras Mársia e Carmem Dotto.
