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terça-feira, 30 de março de 2010

ASSEMBLEIA TRABALHADORES EM EDUCAÇÃO DO RS

TODOS À ASSEMBLEIA GERAL

TERÇA, 30 DE MARÇO,

na PRAÇA DA MATRIZ, PORTO ALEGRE


NÃO À FARSA DO VENCIMENTO DE R$1.500,00!
NÃO AOS 6%!

PELA REPOSIÇÃO DA INFLAÇÃO: 23,14% JÁ!!

sábado, 27 de março de 2010

SP: professores em greve enfrentam dura repressão da polícia

(Esta história já foi vivda no RS, durante o (des)governo Yeda Crusius - coincidentemente também do PSDB?)
Milhares de professores da rede estadual paulista, em greve desde o dia 8 de março, enfrentaram a dura repressão da PM do governador José Serra (PSDB) na tarde desse dia 26 de março. Momentos antes, os cerca de 20 mil docentes realizaram assembleia onde aprovaram a continuidade do movimento por tempo indeterminado.

Os docentes haviam marcado a assembleia para a Praça Vinicius de Morais, próximo ao Palácio dos Bandeirantes, mas vários bloqueios da PM e da Tropa de Choque impediram os professores de chegarem ao local. A assembleia teve de ser realizada ao lado do estádio do Morumbi. Alguns professores tentaram então se aproximar do Palácio, onde uma comissão de docentes tentava negociar com o governo.

Ao subirem a Avenida Giovanni Gronchi, os manifestantes foram atacados com gás de pimenta, balas de borracha e bombas de efeitos moral pela Tropa de Choque. “Com a grande quantidade de pessoas aglomeradas no bloqueio, começou a ter um certo empurra-empurra, e aí a polícia começou a bater, espirrar gás de pimenta e atirar balas de borracha e bomba”, relata a professora Letícia Rabello, atingida com estilhaços de bomba de gás.

Outros professores feridos pela polícia tiveram de ser retirados do local por ambulância, como o professor Diego Vilanova, de São Miguel Paulista, atingido seriamente por tiros de bala de borracha na perna. Um outro docente sofreu um ataque cardíaco durante a repressão e também teve de ser socorrido.

A repressão se estendeu por horas, a fim de dispersar completamente a manifestação dos professores. Os secretários do governo estadual que receberam a comissão de professores, por sua vez, se negaram a negociar com a categoria enquanto a greve continuasse.

Greve continua
Apesar da intransigência e da repressão, os professores aprovaram a intensificação do movimento. A próxima assembleia e manifestação ocorrem no dia 31, quarta-feira, na Avenida Paulista.


Publicado em www.pstu.org.br[ 27/3/2010 15:42:00 ]

sexta-feira, 26 de março de 2010

Enquanto isso, no Rio Grande do Sul...

Foi encaminhado à Assembleia Legislativa do RS, na última quarta feira, pelo Executivo, projeto de "reajuste" aos trabalhadores em educação do estado, após reunião da Direção do CPERS com o secretário de educação e o chefe da casa civil, na qual o sindicato rechaçou os índices propostos: 4% a partir de setembro/2010 e 2% em março/2011.
Após 3 anos de inúmeros ataques à educação, o governo demonstra não ter nenhum interesse em melhorar o relacionamento com a categoria. Os índices apresentados são uma afronta aos trabalhadores que têm o menor salário básico do país: R$336,19, acrescido de um abono de R$42,90, para o nível 1, classe A, em regime de 20h de trabalho semanal. Além disso, retornou à AL o projeto, enviado no final de 2009, o qual estipula R$1.500,00, como valor mínimo a ser pago aos professores de 40 horas semanais.
Este projeto já foi rejeitado pela categoria, uma vez que para chegar a ele será acrescido um completivo, não incorporado aos salários, o qual atingirá apenas uma parcela mínima dos educadores, pois a maioria se encontra nos níveis 5 e 6 (graduação e pós-graduação), e já recebe um valor superior a esse. Além do mais, esta proposta congela os salários e descaracteriza o plano de carreira do magistério estadual. Ou seja, além de não acrescentar nenhum centavo à grande maioria, ainda destrói o que de mais caro a categoria tem mantido a duras custas nos últimos anos.
Está marcada para o dia 30/3, terça feira, às 10 horas, uma assembleia geral dos educadores, em frente ao Palácio Piratini, para discutir a proposta apresentada pelo governo. À tarde, no mesmo local, haverá Ato Público Unificado, promovido pelo Fórum dos Servidores.

NA PARAÍBA A GREVE CONTINUA CADA VEZ MAIS FORTE

Lissandro Saraiva.(Tanque)
Comando de greve estadual-SINTEP

Segunda-feira dia 22 aconteceram as assembléias regionais nas doze regionais de ensino, todas votaram pela continuidade da greve, cinco regionais ocuparam as respectivas gerencias regionais de ensino sendo que em Campina Grande os professores ficaram por 24 horas só saindo do prédio na terça-feira, em outras duas só não aconteceram as ocupações por que os prédios estavam fechados.
Na assembléia geral de quarta-feira dia 24 foi votada a continuidade da greve já que o governador não sinalizava com nenhuma proposta nova e também não atendia o comando de greve, após a assembléia os trabalhadores e trabalhadoras saíram em passeata pelas ruas da capital e se encaminharam até a assembléia legislativa, ao chegarem lá cerca de 300 professores ocuparam as galerias e também o plenário da assembléia exigindo que os deputados pressionassem o governo a negociar, os professores informaram aos deputados que estavam ocupando a casa e que só sairiam após a negociação com o governador.
Imediatamente os deputados mudaram a pauta e transformaram a sessão em sessão especial para debater o problema da educação no estado, que está em greve a mais de 3 semanas(desde 26 de fevereiro) tendo cerca de 400 mil alunos sem aula, 1024 escolas paralisadas e cerca de 22mil trabalhadores em greve. O líder do governo na assembléia conseguiu agendar com o governador uma audiência para amanhã, sexta-feira dia 26 às 7 horas da manhã, foi formada uma comissão de deputados que irá junto com o comando de greve tentar negociar uma solução para o fim da greve. Diante do acordado foi instalada uma nova assembléia e os trabalhadores decidiram desocupar a assembléia e dar um voto de confiança ao governo Maranhão na expectativa de que na sexta-feira nossas reivindicações sejam atendidas.
A população paraibana está prejudicada com a greve, mas se sente solidária a luta dos trabalhadores, na quinta-feira dia 18, aconteceu uma reunião com a comunidade de Mangabeira juntamente com os professores e diretores das cinco maiores escolas do bairro para discutir os rumos da greve, foi aprovado o apoio a greve e na terça-feira dia 23 aconteceu uma manifestação na principal rua de Mangabeira, puxada pela comunidade e com a participação dos professores em apoio a greve, o governo aposta no desgaste da greve mas ela continua forte ainda com mais de 80% das escolas paralisada e a população mesmo se sentindo prejudicada apoia o movimento.

quarta-feira, 24 de março de 2010

segunda-feira, 22 de março de 2010

Governo Yeda: desastre para educação

O ano novo começou, costumeiramente, nas escolas estaduais com problemas velhos: faltam professores e funcionários e, em alguns casos, falta a própria escola – com crianças tendo aulas em galpões e igrejas – como é o caso da Escola Heitor Villa Lobos, na COHAB C.
Mas, além disso, nós, trabalhadores em educação, reivindicamos a reposição da inflação dos últimos quatro anos. No governo Yeda não nos foi concedido nenhum reajuste e a inflação, deste período, chega a 24,14%.

Esta é a fórmula do déficit zero: corte nos investimentos na educação e áreas sociais, ou seja, economia em áreas que afetam toda sociedade.
Governos anteriores foram ruins para a educação, adotaram políticas semelhantes. Porém, Yeda superou todos até agora: este governo foi, e é, um desastre para a educação.
Uma administração marcada pela enturmação, multisseriação, escolas de lata, além de não ter realizado concurso público, aumentou o número de contratos temporários, estimulou parcerias privadas nas escolas, paga o pior salário do país para os professores e, além de tudo isso, ainda quer destruir uma conquista histórica dos trabalhadores em educação: nossos planos de carreira, sendo derrotada em 2008 e 2009.
A comunidade escolar e a sociedade em geral precisam reconhecer o descaso de Yeda com a escola pública. A mudança deste quadro é urgente e só o envolvimento massivo de todos poderá garantir investimentos na educação e demais áreas sociais.

Ano passado professores e funcionários, organizados pelo CPERS, derrotaram Yeda na sua intenção de prejudicar ainda mais a escola pública. Assim, foi mantido nosso planos de carreira, o qual valoriza e estimula os educadores ao aperfeiçoamento constante. Alguns colegas tinham dúvidas se conseguiríamos impedir Yeda, mas a organização e a certeza da necessidade da luta em defesa das carreiras tiveram êxito.
Esta é uma lição importante, que foi ensinada nas ruas, pelos professores e funcionários: a força da unidade em torno a reivindicações justas é o caminho.
Portanto, a mudança deste cenário de abandono das escolas é tarefa de toda sociedade. Precisamos exigir que Yeda cumpra as leis: a Lei do Piso Salarial Nacional e a Constituição do Estado. É preciso fazer com que os recursos da educação venham, de fato, para atender à população que precisa destes serviços.

Dia 24/03, professores e funcionários farão vigília na frente do Piratini e, no dia 30/03, Ato Público com os demais servidores públicos. Todos e todas estão convidados!

Manoel Fernandes
Diretor do 22° Núcleo do CPERS/Sindicato

quarta-feira, 17 de março de 2010

Pelo direito de alunos aprenderem, pelo emprego, salário e condições de trabalho.

No dia 26 de fevereiro, o Secretário de Educação do Estado de São Paulo, Paulo Renato de Souza, anunciou uma “melhora vigorosa” nos índices educacionais da rede pública paulista, que é o IDESP (Índice de Desenvolvimento do Ensino no Estado de São Paulo). Em uma escala de 0 a 10, os alunos do ensino fundamental I (1º a 4º série) têm média 3,85, os alunos do ciclo II (5º a 8º série) têm média 2,83 e no Ensino Médio a média é de 1,97. Essa “melhora vigorosa” foi tratada corretamente por toda imprensa como “pífia”, pois a conclusão mais alarmante é que estudantes que concluem o ensino médio tem aprendizado equivalente a alunos da 8º série.

A Escola pública paulista esteve até o final da década de 1990 entre as sete melhores do país e hoje se encontra entre as sete piores. Vejamos o que ocorreu:


Até a década de 1990, as salas de aula tinham limite máximo de 35 alunos. Portanto se uma escola tivesse 54 alunos matriculados no 1º colegial, se constituiriam duas salas com 27 alunos cada. Hoje se constitui uma única sala com os 54 alunos.

Os professores recebiam um piso salarial referente a cinco salários mínimos (cerca de R$ 5.100,00), hoje o piso por 40h do Professor do ciclo I é de R$ 1.309,17, sendo que a maioria desses professores tem jornada de 30h (R$ 981,88) ou de 24 (R$ 785,50) e vários professores estão cumprindo jornada de 12h (R$ 392,75). No caso dos professores de ensino fundamental II e ensino médio o piso por 40h é de R$ 1.515,53, por 30h é de R$ 1.136,65, por 24h é de R$ 909,32 e por 12h é de R$ 454,66.

Ou seja, houve uma redução de mais de 200% nos salários dos professores nesses últimos 20 anos, tendo como referência o mínimo. Além da superlotação das salas de aula e do arrocho salarial se instituiu a chamada progressão continuada, que nada mais é que uma promoção automática, pois o único critério para aprovação é a freqüência escolar e não o aprendizado. Essa situação combinada com a falta de perspectiva profissional para a juventude brasileira torna a escola pública um barril de pólvora, por isso a crescente onda de violência que passou a atingir o ambiente escolar.


Diante dessa deterioração das condições de trabalho e de salários, os professores chegam a cumprir jornadas de até 64h semanais em sala de aula (permitido por lei), tornando a profissão um fardo.


Com essa significativa piora da escola pública paulista, motivada por estas políticas dos sucessivos governos e diante da impossibilidade de esconder o drama social nas escolas públicas, o governo Serra, tentando se isentar de sua responsabilidade inicia uma campanha para culpabilizar os professores por essa crise. Faz uma propaganda enganosa nos meios de comunicação, afirmando que existem dois professores por sala de aula, que as escolas estão equipadas com computador e internet, inclusive aos fins de semana para a comunidade, que professores receberam até R$ 15 mil de bônus e que com a promoção da carreira os professores podem receber até R$ 7.000 de salário.

Que escola é essa, governador? Com certeza não é a paulista, pois não existem computadores em rede nas escolas, não existem dois professores por sala, nenhum professor recebeu R$ 15 mil reais de bônus e a tal promoção da carreira em 13 anos permite que dos 220 mil profissionais, no máximo 352 professores cheguem ao teto que será de R$ 3.031,06, pois 100% sobre nossa maior salário não chega a nem perto dos tais R$ 7.000,00.

Toda política estadual que conta com o apoio do governo federal e consta no PDE (Plano de Desenvolvimento da Educação) do governo federal de avaliar professores por meio de provas, literalmente não prova nada. Os professores estão submetidos à jornada estafante, salários defasados, número elevado de alunos por sala, foram submetidos a trabalhar com material didático inadequado, não tem nenhuma curso de formação durante seu tempo de trabalho e são submetidos a provas de conteúdo adverso ao conteúdo trabalhado no cotidiano, pois entre a teoria das cadeiras universitárias e a prática das salas de aula existe um abismo imenso. Não existe nenhum mérito em habilitar ou não um profissional apenas por sua nota em uma prova, que não houve tempo suficiente para ser feita e com conteúdo inadequado. Essa política de provas tem como objetivo apenas responsabilizar os professores, que na verdade são vítimas de políticas irresponsáveis de sucessivos governos.

A Greve dos professores estaduais paulista é uma greve em defesa da educação pública, gratuita e de qualidade para todos, é uma greve pelo direito de nossos alunos aprenderem, é uma greve para recompor nossos salários, é uma greve pelo emprego, pelas condições de trabalho. Se a escola pública ainda não foi destruída é pela coragem dos professores de resistir aos governos e suas políticas educacionais medíocres.


Por João Zafalão - Secretário de Política Sindical da APEOESP - Oposição Alternativa-Conlutas

Publicado em www.conlutas.org.br

segunda-feira, 15 de março de 2010

40.000 TRABALHADORES DE EDUCAÇÃO DE SÃO PAULO PERMANECEM EM GREVE

“SERRA MENTE PARA O POVO;
A EDUCAÇÃO PEDE SOCORRO!”
No dia 05 de março, 10 mil trabalhadores em educação da rede pública do Estado de São Paulo, reunidos em assembleia, deflagaram Greve. As reivindicações giram em torno de um reajuste salarial de 34,3%, denúncia dos ataques do governo Serra contra os empregos, além das péssimas condições de trabalho a que são submetidos os trabalhadores em educação. Na última sexta-feira, 12 de março, 40.000 trabalhadores em educação participaram de outra assembleia, na qual decidiram dar continuidade à greve.
Os trabalhadores em Educação da rede pública de São Paula denunciam as péssimas condições impostas pelo governo Serra (PSDB), como salas superlotadas (algumas com cerca de 54 alunos), infra-estrutura precária, trabalho temporário e demissões dos contratados nos finais de ano.
Segundo o professor e diretor da Apeoesp, João Zafalão (Oposição Alternativa/Conlutas), a pauta de reivindicação é uma pauta combinada, pois além da reposição salarial (perdas desde 1998), os docentes do magistério paulista denunciam as provas de avaliação de desempenho (só 20% dos professores que passarem na prova recebem aumento, caso o Estado não tenha dinheiro, não tem aumento), reivindicam 25 alunos por salas, concurso público e autonomia escolar.
EIXOS DA GREVE:
reajuste salarial imediato de 34,3%;
incorporação das gratificações e extensão aos aposentados;
um plano de carreira justo;
garantia de emprego;
contra as avaliações excludentes (provão dos ACTs/avaliação de mérito);
revogação das leis 1093 (provão), 1097 (avaliação de mérito);
revogação da lei 1041 (faltas médicas).


José Cláudio

Diretor do 38º Núcleo/Cpers

quinta-feira, 11 de março de 2010

Fórum dos Servidores Públicos organiza Campanha Salarial Unificada em encontro estadual nesta sexta

O Fórum dos Servidores Públicos Estaduais (FSPE-RS) realiza amanhã (sexta-feira 12), a partir das 9 horas, no anfiteatro Dante Barone (Praça Marechal Deodoro, 101), em Porto Alegre, um encontro estadual para organizar a campanha salarial unificada dos servidores públicos. No ano passado, o Fórum teve importante papel na realização de atividades que impediram o governo do estado de retirar importantes conquistas dos trabalhadores.
O encontro desta sexta-feira reunirá servidores da educação, da segurança pública (polícias civil e militar), do ministério público, da justiça, das autarquias e fundações e do quadro geral.
A mobilização das categorias foi fundamental para impedir a votação, no final do ano, de projetos negociados com o Banco Mundial que atacavam os planos de carreira dos educadores. Todas as entidades que integram o Fórum participaram, em dezembro, do acampamento organizado pelo CPERS/Sindicato na Praça da Matriz. Foi um momento importante para consolidar a unidade dos servidores estaduais na defesa de direitos e conquistas históricas.
Publicado em www.cpers.com.br

Professores da rede estadual de São Paulo, em greve, convocam assembleia para esta sexta feira

Uma grande assembleia pública irá definir a continuidade do movimento grevista na sexta-feira (12), data da próxima ação da categoria no vão do Masp às 14h
Os professores da rede estadual de São Paulo, categoria formada por 79% de mulheres, estão em greve por prazo indeterminado desde segunda-feira (8), Dia Internacional da Mulher. A paralisação é contra a política educacional do governo de José Serra e do seu secretário da Educação e ex-ministro de FHC, Paulo Renato de Souza.
Os professores exigem reposição salarial de 34,3% para repor as perdas salariais do período 1998-2010. Além disso, querem a revogação de uma série de “medidas legais”, leis e decretos, que retiram direitos da categoria, impondo a contratação de professores por prazo determinado sem todos os direitos trabalhistas, provas anuais para contratação de professores e para reajuste salarial, com a eventual concessão do reajuste vinculado à nota mínima nas provas e atingindo, no máximo, 20% da categoria.
Serra e seu secretário da Educação estão impondo a política educacional do governo Lula em São Paulo, com a avaliação de desempenho e o reajuste salarial por mérito previstos no Plano de Desenvolvimento da Educação do Governo Federal (PDE). Junto a isso tentam atribuir aos professores a decadência pela qual passa a escola pública paulista.
“Infelizmente, esse plano é apoiado pela maioria da direção estadual da APEOESP – vinculada a CUT e ao PT”, diz o diretor da Apeoesp pela Oposição Alternativa da Conlutas, João Zafalão.
A greve denuncia ainda o estado de abandono das escolas e da educação no estado mais rico do país. Há vinte anos, São Paulo tinha uma das seis melhores redes de ensino público do Brasil e os professores ganhavam dez salários mínimos, em média, por mês. “Agora, o ensino paulista está entre as seis piores graças aos sucessivos governos do PSDB, e o piso salarial da categoria não chega a dois salários mínimos”, ressalta o vice presidente da Apeoesp, pela Oposição Alternativa da Conlutas SP, José Geraldo, o Gegê.
Desde 2005, os professores não têm reajuste salarial; as salas de aula estão superlotadas (com turmas que chegam a 54 alunos no ensino médio), a maioria das escolas não tem material didático-pedagógico. O pior, boa parte dos alunos termina seus estudos semi-alfabetizada graças à promoção automática imposta pelo governo em toda a rede de ensino.
A vitória dos professores será uma vitória de todos que defendem a escola pública contra a política educacional do tucanato e o PDE de Lula.
Com informações da Oposição Alternativa/Conlutas da Apeoesp
Publicado em www.conlutas.org.br