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segunda-feira, 30 de novembro de 2009
quinta-feira, 26 de novembro de 2009
Semântica e ortografia
O tempo das revoluções acabou. Estamos em reforma. Temos, por exemplo, a reforma ortográfica, também conhecida como Acordo Ortográfico, sobre o qual não há o menor entendimento entre todas as partes envolvidas.
Se entendi bem, fato agora é facto. Ótica virou óptica. Um amigo, português, em desacordo com o acordo diz que estamos errando na interpretação. Concordo. Sempre me apavoro ao chegar de avião em Portugal. O comandante anuncia: atenção para a aterragem. Na saída, outro susto: atenção para a descolagem. Aperto o cinto.
Por aqui, baldeação virou transferência. Terminal de transbordo tornou-se portal. É a guerra semântica.Tudo isso para tentar falar da proposta do governo para o magistério com algum distanciamento e sem provocar a ira de ninguém. Piso salarial passou de salário inicial sobre o qual se aplicam as vantagens da carreira e virou salário abaixo do qual ninguém pode ganhar, incluídas as vantagens obtidas ao longo da carreira. Concordam?Um leitor me disse que tem mente matemática e quer que eu explique como pode ser melhor ganhar um piso de R$ 950 do que um piso de R$ 1.500. Simples: R$ 1.500 não é piso.
Invento um exemplo totalmente aleatório em termos de valores reais. Se o piso, entendido como salário sobre o qual se aplicam e calculam as vantagens, passar a ser de R$ 950, num aumento de 100%, quem estiver ganhando hoje R$ 1.400, passará a ganhar R$ 2.800 mais as vantagens. Se o piso, como quer o governo, for apenas o valor abaixo do qual nenhum professor pode receber, a pessoa que estiver ganhando R$ 1.400, receberá um abono de R$ 100 e passará a ganhar os já famosos R$ 1.500. Então, o que é melhor: piso de R$ 950 ou ninguém ganhar menos de R$ 1.500? Claro que para quem ganha, digamos, R$ 800, será inicialmente bom negócio, pois receberá um abono imediato de R$ 700. No futuro, porém, ficará estacionado. Além disso, os que já estão acima dos R$ 1.500, ganhando, por exemplo, R$ 1.510, ficarão onde estão. O plano pode ser bom para o Estado e para alguns professores, mas não é bom para o conjunto dos professores.
Dá para aceitar que seja um esforço do governo para corrigir os salários dos que ganham menos. Mas é um esforço que, para ajudar uma parte, penaliza outra, que também não ganha qualquer fortuna. Tenho falado desse assunto no meu blogue do Correio do Povo. Acordei a favor da licença-prêmio. Precisamos de tempo para atualização ou simplesmente para descansar. Não viemos ao mundo só para trabalhar. Sou a favor da obrigatoriedade do ano sabático nas empresas privadas. Nada de Marx. Viva o genro dele, que era a favor do direito à preguiça, ao ócio e ao lazer. É isso.
De facto, tenho um problema de óptica: a minha vista treme na hora da aterragem e da descolagem. Chego a confundir ortografia com hortografia. Sem contar que sempre que escrevo facto e óptica quase faço xixi nas calças de tanto rir. Tomei uma decisão: não direi mais guri. De agora em diante, é putinho. Vou gritar assim:- De facto, o Brasil ainda é um país de putinhos.
JUREMIR MACHADO DA SILVA > correio@correiodopovo.com.br
JUREMIR MACHADO DA SILVA > correio@correiodopovo.com.br
quarta-feira, 25 de novembro de 2009
PARLAMENTO
Alberto Oliveira diz que governo deve reavaliar e revisar projetos
Celso Bender - MTB 5771 PMDB 18:09 - 25/11/2009
O deputado Alberto Oliveira (PMDB) advertiu para a necessidade de o governo do Estado “reavaliar e revisar” os projetos enviados ao Legislativo e que envolvem inúmeras categorias de funcionários e a utilização do fundo previdenciário. “Esta seria uma medida sensata, para que não seja criado um clima de desagregação”. Lembrou que as propostas foram remetidas sem a discussão com as entidades representativas, nem com a Assembleia. "Além disso, o prazo para o debate é muito curto, tendo em vista a complexidade das medidas".
Segundo ele, representantes de várias categorias têm debatido a situação com o Parlamento e “a percepção é que, da forma como foram encaminhadas as proposições, sua aprovação torna-se muito improvável, diante do ambiente contrário”, alertou o peemedebista. Lembrou que os segmentos envolvidos nestes projetos representam “milhares de famílias gaúchas”.
Alberto Oliveira diz que governo deve reavaliar e revisar projetos
Celso Bender - MTB 5771 PMDB 18:09 - 25/11/2009
O deputado Alberto Oliveira (PMDB) advertiu para a necessidade de o governo do Estado “reavaliar e revisar” os projetos enviados ao Legislativo e que envolvem inúmeras categorias de funcionários e a utilização do fundo previdenciário. “Esta seria uma medida sensata, para que não seja criado um clima de desagregação”. Lembrou que as propostas foram remetidas sem a discussão com as entidades representativas, nem com a Assembleia. "Além disso, o prazo para o debate é muito curto, tendo em vista a complexidade das medidas".
Segundo ele, representantes de várias categorias têm debatido a situação com o Parlamento e “a percepção é que, da forma como foram encaminhadas as proposições, sua aprovação torna-se muito improvável, diante do ambiente contrário”, alertou o peemedebista. Lembrou que os segmentos envolvidos nestes projetos representam “milhares de famílias gaúchas”.
DIREITOS HUMANOS
Ministro Vannuchi apresenta relatório sobre criminalização de movimentos sociais
Stella Máris Valenzuela - 4983 PT 10:54 - 25/11/2009
O evento acontecerá às 10h30 desta quinta-feira (26), na Assembleia Legislativa
O ministro Paulo Vannuchi apresenta às 10h30 desta quinta-feira (26) o relatório final da Comissão Especial da Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República, que apurou tentativas de criminalização de movimentos sociais por parte do Ministério Público Estadual, Poder Judiciário gaúcho e Brigada Militar.
O relatório também aponta soluções visando a garantir o respeito aos direitos civis e às liberdades públicas. O evento acontece na sala do Fórum Democrático, no térreo da Assembléia Legislativa.
Servidores realizarão ato unificado no dia 1º de dezembro contra pacotes de Yeda
Dirigentes das entidades representativas da base do serviço público estadual deliberaram, em reunião realizada na noite de terça-feira 24, na sede da Ugeirm/Sindicato, pela realização de um ato unificado na próxima terça-feira, dia 1º de dezembro. O protesto acontece a partir das 10h em frente ao Palácio Piratini, em Porto Alegre. O objetivo comum é a retirada do “pacote de bondades” do governo do estado da Assembleia Legislativa.
A avaliação conjunta das entidades é de que é preciso pressionar os parlamentares para que a governadora recue no intento de destruir as carreiras do serviço público. Na reunião, estavam presentes representantes da área da segurança pública (ASSTBM, Abamf e Amapergs), CPERS/Sindicato, Ugeirm/Sindicato, Sindicaixa, Sindsepe e Simpe, que integram o Fórum de Servidores Públicos.
Greve - Em assembleia realizada no auditório Dante Barone, os policiais militares aprovaram indicativo de greve e a retirada do “pacote” da governadora – inclusive o que confere, supostamente, novo piso salarial para soldados de 1ª Classe. A base da BM também aprovou a unificação de ações juntamente com outros segmentos do funcionalismo.
Na semana passada, em assembleia, o CPERS/Sindicato aprovou indicativo de greve. Os educadores estão em vigília na Praça da Matriz, que deverá ser reforçada, esta semana, por representantes da BM, Polícia Civil e Susepe.
Já o Conselho de Representantes da Ugeirm/Sindicato aprovou indicativo de greve no dia 16 de outubro.
A avaliação conjunta das entidades é de que é preciso pressionar os parlamentares para que a governadora recue no intento de destruir as carreiras do serviço público. Na reunião, estavam presentes representantes da área da segurança pública (ASSTBM, Abamf e Amapergs), CPERS/Sindicato, Ugeirm/Sindicato, Sindicaixa, Sindsepe e Simpe, que integram o Fórum de Servidores Públicos.
Greve - Em assembleia realizada no auditório Dante Barone, os policiais militares aprovaram indicativo de greve e a retirada do “pacote” da governadora – inclusive o que confere, supostamente, novo piso salarial para soldados de 1ª Classe. A base da BM também aprovou a unificação de ações juntamente com outros segmentos do funcionalismo.
Na semana passada, em assembleia, o CPERS/Sindicato aprovou indicativo de greve. Os educadores estão em vigília na Praça da Matriz, que deverá ser reforçada, esta semana, por representantes da BM, Polícia Civil e Susepe.
Já o Conselho de Representantes da Ugeirm/Sindicato aprovou indicativo de greve no dia 16 de outubro.
Com informações do site da Ugeirm/Sindicato
Publicado em www.cpers.com.br
Vigília contra pacotes unifica servidores da Educação e Segurança
A partir de hoje, a vigília mantida desde ontem na Praça da Matriz pelos trabalhadores da Educação terá a participação de servidores da Brigada Militar. Os pacotes de Yeda são rejeitados pelos educadores e policiais militares, e já enfrentam resistência na opinião pública e no Legislativo.
Os trabalhadores estaduais da educação começaram ontem (terça-feira), em Porto Alegre, uma vigília em defesa dos direitos da categoria. Em conjunto com o Fórum dos Servidores Públicos Estaduais, os educadores exigem a retirada dos projetos enviados pelo governo do estado à Assembleia Legislativa. A partir desta quarta-feira 25, a vigília também contará com a participação de servidores da Brigada Militar.
Hoje os educadores entregaram aos deputados o abaixo-assinado em defesa dos planos de carreira da categoria. Cada documento reúne mais de 40 mil assinaturas, registradas e reconhecidas. Com o abaixo-assinado, cada parlamentar receberá um ofício solicitando a tomada de posição frente aos projetos do governo. Os deputados terão que dizer se estão do lado da destruição e direitos e dos serviços públicos ou do lado dos trabalhadores e seus direitos.
Os trabalhadores estaduais da educação começaram ontem (terça-feira), em Porto Alegre, uma vigília em defesa dos direitos da categoria. Em conjunto com o Fórum dos Servidores Públicos Estaduais, os educadores exigem a retirada dos projetos enviados pelo governo do estado à Assembleia Legislativa. A partir desta quarta-feira 25, a vigília também contará com a participação de servidores da Brigada Militar.
Hoje os educadores entregaram aos deputados o abaixo-assinado em defesa dos planos de carreira da categoria. Cada documento reúne mais de 40 mil assinaturas, registradas e reconhecidas. Com o abaixo-assinado, cada parlamentar receberá um ofício solicitando a tomada de posição frente aos projetos do governo. Os deputados terão que dizer se estão do lado da destruição e direitos e dos serviços públicos ou do lado dos trabalhadores e seus direitos.
Postado em www.cpers.com.br
segunda-feira, 23 de novembro de 2009
PROPOSTAS APROVADAS NA ASSEMBLEIA GERAL DO CPERS DIA 20/11/2009
1) Rejeição, pela categoria, dos projetos do governo e exigência de que sejam retirados da Assembleia Legislativa.
2) Reafirmação da Pauta de Reivindicações da categoria e fortalecimento da luta pelo Piso Salarial Profissional Nacional.
3) Estado de greve da categoria.
4) Nova Assembleia Geral em 9/12/2009:
> Autorização para a Diretoria Central modificar a data da Assembleia Geral em função de alterações na tramitação dos projetos do governo na Assembleia Legislativa.
5) Vigília permanente na Praça da Matriz e Assembleia Legislativa:
> Rodízio dos Núcleos do CPERS, nas terças, quartas e quintas-feiras, com 7 (sete) Núcleos por dia;
> Início da vigília no dia 24/11, terça-feira, começando pelos primeiros núcleos da lista e, assim, sucessivamente;
> Organização de grupos de trabalhadores em educação, para percorrer os gabinetes dos deputados, pressionando contra o projeto do governo;
> Visitação aos coordenadores de bancadas e assessores dos deputados estaduais, para expor o nosso descontentamento;
> Organização de grupos de aposentados para passar nos gabinetes da Assembleia Legislativa;
> Intensificar a pressão permanente aos deputados estaduais junto as suas bases eleitorais;
> Campanha de e-mails dirigida aos deputados estaduais;
> Exigência de uma manifestação pública de todas as bancadas da Assembleia Legislativa, em defesa dos direitos dos trabalhadores em educação.
6) Ação na comunidade escolar:
> Organização por escola, bairro e cidade, de plenárias de esclarecimento da comunidade escolar;
> Organização de atos públicos para o esclarecimento da população.
7) Ação nos meios de comunicação:
> Através da ação direta da categoria, informar a população e a comunidade escolar a respeito dos projetos do governo, organizando grupos de trabalhadores em educação em nível de núcleo regional, para visitar os jornais e as emissoras de rádio e TV, em todas as cidades do Estado;
> Envio de notas e e-mails para os jornais, rádios e TVs, de responsabilidade das escolas, denunciando o pacote de projetos da Yeda;
> Elaboração de notas da categoria para divulgação na imprensa regional, dirigidas aos deputados estaduais;
> Chamar coletivas de imprensa nos núcleos regionais do CPERS, esclarecendo o pacote do governo para a população;
> Buscar apoio junto às rádios comunitárias afiliadas à Abraço-RS, que são parceiras nas lutas do movimento sindical, e com grande audiência no Estado.
8) Propor ao Fórum dos Servidores Públicos Estaduais, a construção de um Comando Unificado de Greve Geral do Serviço Público:
> Contra o Pacote da Yeda para o funcionalismo público.
9) Propostas para a CONAE:
> Encaminhar na CONAE moção de repúdio à Governadora Yeda, pela forma como vem tratando a educação do Rio Grande do Sul;
> Orientar cada delegado do CPERS, inclusive com textos, para que aproveite o espaço da CONAE, para denunciar o desmonte da educação pública, que vem sendo implementado pelo Governo do Estado;
> Moção de repúdio à Secretaria da Educação pelo seu descaso com a CONAE.
2) Reafirmação da Pauta de Reivindicações da categoria e fortalecimento da luta pelo Piso Salarial Profissional Nacional.
3) Estado de greve da categoria.
4) Nova Assembleia Geral em 9/12/2009:
> Autorização para a Diretoria Central modificar a data da Assembleia Geral em função de alterações na tramitação dos projetos do governo na Assembleia Legislativa.
5) Vigília permanente na Praça da Matriz e Assembleia Legislativa:
> Rodízio dos Núcleos do CPERS, nas terças, quartas e quintas-feiras, com 7 (sete) Núcleos por dia;
> Início da vigília no dia 24/11, terça-feira, começando pelos primeiros núcleos da lista e, assim, sucessivamente;
> Organização de grupos de trabalhadores em educação, para percorrer os gabinetes dos deputados, pressionando contra o projeto do governo;
> Visitação aos coordenadores de bancadas e assessores dos deputados estaduais, para expor o nosso descontentamento;
> Organização de grupos de aposentados para passar nos gabinetes da Assembleia Legislativa;
> Intensificar a pressão permanente aos deputados estaduais junto as suas bases eleitorais;
> Campanha de e-mails dirigida aos deputados estaduais;
> Exigência de uma manifestação pública de todas as bancadas da Assembleia Legislativa, em defesa dos direitos dos trabalhadores em educação.
6) Ação na comunidade escolar:
> Organização por escola, bairro e cidade, de plenárias de esclarecimento da comunidade escolar;
> Organização de atos públicos para o esclarecimento da população.
7) Ação nos meios de comunicação:
> Através da ação direta da categoria, informar a população e a comunidade escolar a respeito dos projetos do governo, organizando grupos de trabalhadores em educação em nível de núcleo regional, para visitar os jornais e as emissoras de rádio e TV, em todas as cidades do Estado;
> Envio de notas e e-mails para os jornais, rádios e TVs, de responsabilidade das escolas, denunciando o pacote de projetos da Yeda;
> Elaboração de notas da categoria para divulgação na imprensa regional, dirigidas aos deputados estaduais;
> Chamar coletivas de imprensa nos núcleos regionais do CPERS, esclarecendo o pacote do governo para a população;
> Buscar apoio junto às rádios comunitárias afiliadas à Abraço-RS, que são parceiras nas lutas do movimento sindical, e com grande audiência no Estado.
8) Propor ao Fórum dos Servidores Públicos Estaduais, a construção de um Comando Unificado de Greve Geral do Serviço Público:
> Contra o Pacote da Yeda para o funcionalismo público.
9) Propostas para a CONAE:
> Encaminhar na CONAE moção de repúdio à Governadora Yeda, pela forma como vem tratando a educação do Rio Grande do Sul;
> Orientar cada delegado do CPERS, inclusive com textos, para que aproveite o espaço da CONAE, para denunciar o desmonte da educação pública, que vem sendo implementado pelo Governo do Estado;
> Moção de repúdio à Secretaria da Educação pelo seu descaso com a CONAE.
sábado, 21 de novembro de 2009
Educação Gaúcha em "Estado de Greve"

Assembleia Geral de Educadores, na tarde de sexta feira, dia 20 de novembro, reuniu cerca de 4 mil trabalhadores em educação do Rio Grande do Sul. A categoria ignorou o tempo chuvoso e manifestou sua indignação com os projetos do governo que pretendem destruir as conquistas feitas ao longo de 30 anos de luta.

Apesar do título enganoso e irônico de "Pacote de Bondades", a categoria reconhece seu verdadeiro caráter autoritário e mentiroso. O projeto exclui quase 90% dos profissionais da educação, além de mexer profundamente na vida funcional de todos. Em verdade, ninguém será beneficiado pelo tal completivo que somente engessa os salários, desmantela o plano de carreira e extingue a paridade entre ativos e aposentados, além de não contemplar os servidores de escola.

A partir do início da semana, até a próxima assembleia geral, os trabalhadores em educação estarão permanentemente na Praça da Matriz, na Assembleia Legislativa e em outros locais exigindo a retirada dos projetos e defendendo os direitos conquistados. Desde o início do governo Yeda, a educação enfrentou inúmeros ataques, como enturmação, multisseriação, fechamento de escolas e setores de apoio, além das salas de aula de lata. O processo de destruição não acabou, estendendo-se sobre a carreira dos educadores.
Como decisão desta assembleia, os educadores gaúchos exigem a imediata retirada das propostas encaminhadas à Assembleia Legislativa, foi aprovado o estado de greve, além da realização de uma nova assembleia geral dia 9 de dezembro.

Chega de ataques aos nossos direitos!
É preciso ir à luta e derrotar este governo corrupto, mentiroso e autoritário.
Mensagem de solidariedade de Cecília Honório - deputada - Portugal
O Bloco de Esquerda está solidário com todos/as os/as que lutam pela defesa da qualidade da escola pública e pela dignidade dos seus profissionais.
Foi com muita alegria que recebemos o testemunho da vossa luta, que é uma luta comum contra os ataques que comprometem a escola pública como lugar de democracia e de igualdade.
Em Portugal, a arrogância do governo de maioria absoluta do Partido Socialista empresarializou as escolas, dividiu arbitrariamente os/as professores/as em duas categorias (professores de primeira, “titulares”, e de segunda, “professores”), impondo-lhes um modelo de avaliação burocrático, hierárquico, incompetente, e destinado, apenas a reduzir salários. Ao mesmo tempo, a precaridedade entre os mais jovens torna-se insuportável, e a “escola a tempo inteiro” foi-se erguendo à custa de professores/as sem direitos e com salários miseráveis.
A luta que travámos envolveu a esmagadora maioria da classe, houve várias grandes manifestações, sem memória em Portugal. Foi criado um intenso movimento de opinião através de blogues, do activismo dos movimentos e do envolvimento dos sindicatos. E neste momento, há cedências significativas do governo.
É a esperança e a convicção de que uma outra escola é possível que nos tornam mais fortes.
Com um grande abraço
Cecília Honório
Foi com muita alegria que recebemos o testemunho da vossa luta, que é uma luta comum contra os ataques que comprometem a escola pública como lugar de democracia e de igualdade.
Em Portugal, a arrogância do governo de maioria absoluta do Partido Socialista empresarializou as escolas, dividiu arbitrariamente os/as professores/as em duas categorias (professores de primeira, “titulares”, e de segunda, “professores”), impondo-lhes um modelo de avaliação burocrático, hierárquico, incompetente, e destinado, apenas a reduzir salários. Ao mesmo tempo, a precaridedade entre os mais jovens torna-se insuportável, e a “escola a tempo inteiro” foi-se erguendo à custa de professores/as sem direitos e com salários miseráveis.
A luta que travámos envolveu a esmagadora maioria da classe, houve várias grandes manifestações, sem memória em Portugal. Foi criado um intenso movimento de opinião através de blogues, do activismo dos movimentos e do envolvimento dos sindicatos. E neste momento, há cedências significativas do governo.
É a esperança e a convicção de que uma outra escola é possível que nos tornam mais fortes.
Com um grande abraço
Cecília Honório
(deputada do Bloco de Esquerda; co-fundadora do Movimento Escola Pública)
quarta-feira, 18 de novembro de 2009
Assembleia Regional - 17º núcleo - Bagé
Realizou-se hoje a tarde, na Câmara de vereadores de Bagé, uma assembléia regional do 17º núcleo do Cpers-sindicato, com a presença de 100 professores e funcionários. Após as manifestações de alguns de seus membros foi deliberado o seguinte:
* Os trabalhadores em educação ficarão em ESTADO DE GREVE, com um dia de paralização e presença na Assembléia legislativa estadual a fim de pressionar os deputados da base governista para não aprovarem as modificações no plano de carreira do magistéria, enviadas pelo governo corrupto de YRC;
** Serão enviados emails para todos os deputados, lembrando-os que ano que vem terá eleições legislativas e que eles devem olhar com mais carinho aqueles que quase sempre determinam suas eleições, ao mesmo tempo indicando nossa capacidade de mobilização permanente em defesa de nossos direitos conquistados ao longo do tempo;
* Deverá ser realizada uma vigilia permanente(a partir da assembleia estadual do próximo dia 20) junto a assembléia legislativa, como forma de demonstrar nossa capacidade de luta.
PS: o sentimento que ficou da assembleia regional foi de intenso interesse pela participação e mobilização da categoria no sentido de lutar pela defesa de nossos direitos.
PS: o sentimento que ficou da assembleia regional foi de intenso interesse pela participação e mobilização da categoria no sentido de lutar pela defesa de nossos direitos.
DIA 20- SEXTA-FEIRA, ASSEMBLÉIA ESTADUAL NO GIGANTINHO, AS 13H30MIN - VAMOS PARTICIPAR E ATÉ A VITÓRIA!!!!!
PROCURE O 17º NÚCLEO PARA SE CADASTRAR NO ONIBUS QUE DEVERÁ SAIR A MEIA-NOITE DE QUINTA- FEIRA
PROCURE O 17º NÚCLEO PARA SE CADASTRAR NO ONIBUS QUE DEVERÁ SAIR A MEIA-NOITE DE QUINTA- FEIRA
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