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quarta-feira, 26 de agosto de 2009

Nota do CPERS/Sindicato sobre pesquisa divulgada pelo Governo Yeda


O CPERS/Sindicato não reconhece a pesquisa divulgada no final da manhã desta terça-feira, dia 25, pelo Governo do Estado sobre as carreiras dos servidores públicos. Uma pesquisa que não tem metodologia científica clara e que, portanto, peca por falta de idoneidade. Vejamos:

1. A pesquisa parte do pressuposto de que colocar um determinado número de pessoas numa sala fechada para ouvir “especialistas” identificados com o governo e depois responder um questionário tem validade e respaldo social. Isso tem outro nome: manipulação;

2. Nas diversas apresentações daquele que, na visão do governo, seria o novo plano de carreira do magistério, tem sido duramente criticado pela comunidade escolar. Na análise de diretores de escola, as apresentações não apontam melhorias na qualidade do ensino público. Por exemplo: a seleção de professores por área, quando na verdade, a sua formação é específica, por disciplina;

3. Preocupa também a forma como estas propostas foram colocadas, pois o governo afirma ter feito um amplo debate com a comunidade. Não foi isso o que aconteceu. Em reuniões com direções de escola não houve espaço para discussões e muito menos questionamentos. Além disso, o questionário entregue nas reuniões continha questões objetivas incluindo temas que não dizem respeito à carreira, que posteriormente poderão ser tabuladas visando mascarar a real posição da categoria em relação às mudanças no novo plano;

4. O CPERS/Sindicato, que representa a maior categoria do funcionalismo público gaúcho, tem um abaixo-assinado contrário a qualquer alteração no Plano de Carreira do Magistério que supera 30 mil assinaturas, portanto com mais representatividade que uma pesquisa feita com um público seleto, escolhido a dedo por quem quer forçar uma situação que não existe. Isso tem nome: enganação;

5. Acuado por denúncias de corrupção, alvo de uma CPI na Assembleia Legislativa e de no mínimo dois pedidos de impeachment, o Governo do Estado persegue insistentemente a divulgação de fatos positivos, invariavelmente atropelados por fatos negativos. E essa é mais uma agenda que não tem respaldo da população gaúcha, muito menos do funcionalismo.

Folha Online faz pesquisa sobre o afastamento de Yeda


Enquete que está sendo realizada pelo site da Folha Online (www.folhaonline.com.br) pergunta se a governadora Yeda Crusius (PSDB) deveria ser afastada do cargo enquanto são apuradas as denúncias contra ela e seu governo. A ampla maioria entende que ela deve deixar o cargo.

Embora reflita apenas a opinião dos leitores da Folha Online, a pesquisa é uma boa amostra do que pensa a sociedade sobre o tema. Setenta por cento dos internautas entendem que ela deve ser afastada. Já 30% entendem que não. Até às 14h30 desta quarta-feira 25 o site tinha registrado 23.120 votos, sendo 16.282 pelo sim e 6.838 pelo não.

João dos Santos e Silva, assessor de imprensa do CPERS/Sindicato
Publicado em www.cpers.com.br


sexta-feira, 21 de agosto de 2009

Nota do PSTU- RS ASSASSINATO DE MILITANTE DO MST

Diante dos graves acontecimentos ocorridos nesta manhã, no município de São Gabriel, o PSTU vem a público responsabilizar o governo Yeda pelo assassinato do companheiro sem terra. O governo Yeda é duplamente responsável, pois além de ser a chefe maior da BM e, portanto, responsável pela sua ação, é um governo que não assentou nenhuma família e trata os movimentos sociais como criminosos.
Mas, além da Governadora Yeda, também somos obrigados a responsabilizar o Governo Lula por não ter feito sequer os assentamentos que tinha se comprometido em fazer. Ao não realizar a reforma agrária o governo Lula deixa os sem terras a mercê de jagunços do latifúndio e até mesmo de governos corruptos e criminosos como o de Yeda no RS.
Nos solidarizamos com os lutadores do MST que bravamente seguem lutando contra o latifúndio e pela reforma agrária. Em particular nos solidarizamos com os cerca de 300 homens, mulheres e crianças que estavam no acampamento dentro da Southall, os quais, com todo o direito, se organizaram para resistir à ação de despejo emitida pela justiça, a mesma que absolve os corruptos e poderosos, mas é implacável contra os que lutam por uma vida melhor.
Repudiamos a violência policial utilizada para proteger uma fazenda que já deveria ter sido desapropriada. Todo o aparato policial montado, e que resultou no assassinato, infelizmente não vemos no combate ao crime organizado e muito menos aos políticos corruptos.
Companheiro Elton, neste momento doloroso o que podemos lhe garantir é que sua luta não foi em vão. A melhor maneira que temos para homenageá-lo é seguir firme na luta pela reforma agrária e pela justiça social que só será conquistada com a união dos explorados e o combate implacável aos poderosos. Companheiro Elton, presente.

REFORMA AGRÁRIA JÁ !
DESAPROPRIAÇÃO SEM INDENIZAÇÃO!
SOLIDARIEDADE AOS QUE FORAM VIOLENTAMENTE DESPEJADOS DA FAZENDA SOUTHALL.
OCUPAR, RESISITIR E PRODUZIR TAMBÉM É NOSSO LEMA.

Direção Estadual do PSTU-RS

Liminar suspende aulas no Sul do estado


Concedida ontem pela Justiça, a liminar que suspende as aulas da rede estadual de seis municípios da Região Sul confronta a posição sustentada pela Secretaria Estadual de Saúde, de que o número de gaúchos infectados pela gripe A tem diminuído. A nova determinação atinge Pelotas, Arroio do Padre, Capão do Leão, Morro Redondo, Turuçu e Piratini e eleva para pelo menos 200 mil a quantidade de alunos sem aula na região.

Nos seis municípios, as aulas da rede estadual serão retomadas somente em 1º de setembro. Em outras três cidades – Canguçu, Santa Vitória do Palmar e Chuí –, a Justiça já havia determinado a suspensão.

A interferência judicial no caso – solicitada por 23 prefeitos da Associação dos Municípios da Zona Sul (Azonasul) – causa polêmica. Temendo a disseminação do vírus, os prefeitos decidiram, por unanimidade, não retornar às aulas da rede municipal na segunda-feira. Para eles, a medida é uma ação preventiva.


Prefeitos suspenderam transporte escolar

Sem o apoio da rede estadual, a Azonasul suspendeu o fornecimento do transporte escolar durante o recesso municipal.

– Nossos hospitais apresentam superlotação. Podemos perder vidas – disse o presidente da Azonasul, José Sidney Nunes de Almeida.

A decisão é baseada em um estudo feito pelo Centro de Pesquisas Epidemiológicas da Universidade Federal de Pelotas (UFPel). O documento mostra que, em Pelotas, o pico de casos da nova gripe teve início no último domingo e se estende até o dia 29 de agosto. O município tem 36 pessoas internadas com suspeita da nova gripe – seis delas são crianças – e oito mortes sem confirmação de causa.

Segundo a professora Anaclaudia Fassa, do Programa de Pós-Graduação em Epidemiologia da UFPel, as projeções estão fundamentadas no comportamento do vírus em duas cidades da Serra, onde o pico da contaminação já teria sido alcançado: Caxias do Sul e Bento Gonçalves. Pela comparação, foi possível perceber que, em Pelotas, os casos de gripe A tiveram início cinco semanas após Caxias e uma semana após Bento.

O secretário estadual de Saúde, Osmar Terra, disse ontem, por meio de um assessor, que respeitará a decisão, mas não concorda com a atitude. Ele contesta o estudo da UFPel e afirma que não há motivo para prolongar as férias.

Sâmia Frantz, de Zero Hora

quinta-feira, 20 de agosto de 2009

Saga dos professores



Juremir Machado da Silva

Cada país com os seus (maus) costumes. Na França, as manifestações de jovens quase nunca acontecem sem a queima de, pelo menos, uns 500 carros. Há quem desconfie até de um patrocínio da indústria automobilística para renovação da frota. Ou, ao menos, dos vendedores de carros usados. As seguradoras, em princípio, não gostam dessas manifestações de hostilidade aos veículos. Mas já teriam inventado um seguro mais caro incluindo catástrofes estudantis. Os agricultores franceses também gostam de queimar. É uma velha tradição nacional. Queimam prefeituras. Mas poupam os prefeitos. É verdade que os mais radicais gostariam de uma inversão. O que seria melhor no Brasil: queimar o Senado ou os senadores?

Não existe democracia sem caos, confusão, entropia. A democracia é o sistema do dissenso. Na verdade, a democracia é um equilíbrio instável de ordem e desordem. Em alguns momentos, a desordem é mais importante do que a ordem. Tudo, claro, depende do grau de ordem e desordem. A vida dos professores, no Rio Grande do Sul, não tem sido fácil. O papel de um professor de ensino fundamental ou médio é decisivo. Completa a educação familiar. Ou a substitui. É uma categoria que ganha pouco para desempenhar um papel fundamental na vida de uma pessoa. Nos últimos anos, os conservadores conquistaram o monopólio do insulto na mídia. Os professores passaram a ser tratados até como vagabundos. Os governos neoliberais responsabilizam os professores e demais funcionários públicos pelo desajustes financeiros da máquina estatal.

O magistério gaúcho, liderado pelo Cpers, volta e meia precisa sair às ruas para se defender. No caso, a melhor defesa acaba sendo o ataque. Um sindicato é um organismo político. Não pode mentir por ideologia. Mas não pode se restringir a pedir aumento salarial, sonho ideológico da direita. Os professores gaúchos, quando se manifestam, não queimam carros nem prefeituras. São quase pacatos. Insultam menos do que torcedores num estádio de futebol e muito menos do que os seus críticos.

Sejamos pateticamente francos: a sociedade e os governos ao longo do tempo no Rio Grande do Sul têm ignorado os professores. A sociedade quer boa educação, qualidade de ensino, mestres dedicados, escolas de Primeiro Mundo. Mas quer também pagar pouco. Ou quase nada. Exige que das escolas saiam jovens críticos, mas gostaria que os professores não se comportassem política e criticamente.

As greves dos professores franceses podem durar meses e dobram governos. É coisa de nação atrasada, subdesenvolvida e pobre. Um país rico como o Brasil pode se dar o luxo de maltratar seus professores e de não mudar seu modelo de investimento para melhorar realmente a vida dos que se dedicam a educar os filhos dos outros. É por isso que famílias não sonham mais em manter os filhos na escola. Querem é que eles entrem em escolinhas. De futebol. Ser mãe era padecer no paraíso. Ser professor é padecer no Rio Grande. Por aqui, melhorar o Estado significa piorar as condições de vida do magistério.

Juremir Machado da Silva é jornalista e professor

Artigo publicado no jornal Correio do Povo, de Porto Alegre, edição do dia 15 de agosto de 2009

domingo, 16 de agosto de 2009

Sensibilidade Poética de uma Companheira de Lutas

A FRENTE

É urgente viver a vida,
vamos fazer o amanhã
caminhantes da avenida
chega de promessas vãs.
Formar correntes de amor
engrossar nossas fileiras,
nosso peito conhece a dor
dos governos traiçoeiros.

Ajudam o time contrário,
diminuem nossos salários.
O patrão sempre mais rico
e o trabalhador no sufoco.

Queremos alternativas
candidatos mais expressivos.
Chega de gente safada.
esta direita corrupta,
esta esquerda de fakes
que assalta nosso país.
Ergamos com nossos corpos
uma frente de resistência
Com forças unidas na luta
Ahh, antes que eu esqueça;
Fora Sarney !
Fora Yeda !
Companheiros não esmoreçam

Gladis Deble Bagé/RS

sexta-feira, 14 de agosto de 2009

Dia Nacional de Lutas pede o impeachment de Yeda em Porto Alegre


Com um forte aparato policial, cerca de 3 mil manifestantes marcharam pela capital gaúcha pedindo o impeachment do atual governo do estado, o qual, após as denúncias feitas pelo MP na última semana, não tem legitimidade para governar o Rio Grande do Sul.

Os ônibus oriundos dos diversos municípios do estado foram revistados ao chegarem à capital e escoltados pela Brigada Militar até a frente do Colégio Estadual Júlio de Castilhos, onde se concentrou o Fórum dos Servidores Públicos.


Inúmeras faixas, carregadas por professores, estudantes e outras categorias profissionais, pediam o impeachment de Yeda e Feijó e novas eleições imediatamente.


Os servidores conduziram, algemados, nove bonecos em tamanho natural, representando os nove indiciados pelo MPF, até o Palácio da Polícia.

Ao final do ato público, em frente ao Palácio Piratini, a juventude do MTD apresentou um teatro simulando o dia-a-dia do povo que trabalha e recebe o mínimo dos serviços públicos, enquanto os governantes e a mídia fazem pouco caso de seus problemas.

quarta-feira, 12 de agosto de 2009

ATO PÚBLICO "FORA YEDA"



Vamos às ruas! Somente a mobilização popular põe abaixo este governo corrupto!!!

Vamos à luta!!!

Todos ao ato 6ª feira!!!

segunda-feira, 10 de agosto de 2009

Juíza nega afastamento de Yeda do cargo

A juíza Simone Barbisan Fortes, da 3ª Vara da Justiça Federal de Santa Maria, rejeitou nesta segunda-feira o pedido do Ministério Público Federal para que a governadora Yeda Crusius seja afastada do cargo por improbidade administrativa.

Na decisão, a magistrada reforça: "A ação de improbidade é deveras complexa e, por isso, fica difícil aferir, de plano, a suficiência de elementos que levem a concluir pela necessidade de afastamento da Governadora do Estado de seu cargo. Destarte, cotejando os elementos acostados pelo MPF, com os reflexos práticos que tal decisão traria à sociedade, não entendo razoável o afastamento solicitado".


http://ultimosegundo.ig.com.br/brasil/2009/08/10/juiza+nega+afastamento+de+yeda+do+cargo+7795973.html

Fora Yeda: novas eleições já!


A entrevista coletiva com os procuradores da Justiça Federal do Rio Grande do Sul é uma demonstração categórica de que todas as denúncias feitas pelos servidores públicos e partidos de oposição eram verdadeiras. As revelações que vieram a público na quarta-feira, 5 de julho, mostram que existe uma quadrilha à frente do governo estadual, saqueando cofres públicos e tratando de enriquecer com dinheiro do povo.

Foram indiciados, além da governadora Yeda Crusius (PSDB), Carlos Crusius, seu ex-marido , os deputados estaduais Luiz Fernando Záchia (PMDB) e Frederico Antunes (PP). Também estão na lista o vice-presidente do Banrisul, o presidente do Tribunal de Contas do Estado e mais dois assessores de Yeda, totalizando nove chefes políticos, ou melhor, chefes da gang que tomou conta do estado nos últimos anos.

O Rio Grande do Sul vive, neste momento, a mais grave crise política dos últimos tempos. A comprovação feita pelo Ministério Público Federal abre um novo e importante capítulo da batalha pelo fim deste governo neoliberal ortodoxo que ataca os servidores e os serviços públicos, corta verbas das áreas sociais e usa os cofres públicos para o benefício pessoal e de um setor empresarial aliado.

O pronunciamento da Justiça e seu teor é produto de uma grande campanha feita durante todo o ano de 2009, que teve um primeiro round em 2008, quando foram descobertos desvios milionários no Detran. Na ocasião, apesar da CPI e dos processos jurídicos, a quase totalidade dos partidos manteve o apoio ao governo tucano.

A continuidade da luta contra os ataques na educação permitiu repercutir para toda a sociedade brasileira a necessidade de derrotar Yeda, um governo que, além de estar enlameado até o pescoço em denúncias de corrupção, ameaçava destruir a educação e os serviços públicos.

Eles são todos Yeda
As revelações feitas pelo Ministério Público Federal confirmam o envolvimento dos grandes partidos tradicionais e que deputados eleitos se beneficiaram do esquema. O PMDB e o PP são os partidos da burguesia com maior representatividade estadual e com mais prefeitos e vereadores. Esses partidos não apoiaram a criação da CPI, pois estavam comprometidos. Também são contra o fim do governo, pois isso atacaria seus próprios interesses. Confirmam também que o próprio vice, Paulo Feijó (DEM), não tem nenhuma legitimidade para continuar, pois foi eleito pelo esquema do caixa-dois e conviveu com todo este emaranhado de corrupção antes, durante e depois da eleição.

CPI agora favorece o governo
Já houve uma CPI do Detran em 2008 que não resultou em nenhuma medida concreta. Além do mais, todos os fatos que precisavam ser investigados já foram pelo Ministério Público Federal e, mesmo antes, já haviam sido denunciados por servidores e partidos de oposição. Não faz mais sentido nenhum criar uma CPI na Assembleia Legislativa para dar tempo ao governo. Uma CPI agora só serviria para o governo adiar a queda e continuarem os ataques aos servidores e à população gaúcha, além de continuarem saqueando os cofres públicos.

Não se pode aceitar que o PT continue querendo uma CPI. Se já era questionável antes das revelações desta quarta, agora seria claramente fazer o jogo do governo tucano para prolongar o mandato até o final. Os servidores e trabalhadores não podem suportar mais um ano deste governo que está desmontando os serviços públicos e roubando o pouco dinheiro que os cofres públicos ainda têm depois das sonegações dos grandes empresários e das isenções promovidas pelo governo a estes senhores.

Intensificar as mobilizações
Não vai ser a Justiça pura e simplesmente que irá afastar e punir estes envolvidos. Também não será a Assembleia Legislativa que poderá fazer justiça e votar o impeachment. Tanto a Justiça quanto os deputados estão comprometidos com os políticos tradicionais, com o jogo do toma-lá-da-cá da política. Os patrões têm como controlar a Justiça e os deputados, mas têm medo das lutas do povo, pois são estas que podem acabar com todo este mar de lama.

Agora, é necessário ampliar as mobilizações para acabar com este governo e obrigar a convocação de novas eleições. Só a permanente denúncia do governo e das tentativas de acordo entre eles pode fazer com que se mantenha o clima da necessidade de acabar logo com este governo.

A luta dos servidores públicos e estudantes deve continuar, mas deve se estender aos demais trabalhadores para obrigar a burguesia a votar o fim do governo e chamar novas eleições. Se não houver mais luta, tudo pode acabar como em 2008, sem qualquer consequência prática. É preciso aumentar os protestos para sepultar o governo Yeda e evitar que tudo se resuma a um grande jogo eleitoral para 2010. Se não se ampliarem as mobilizações, é possível de que aconteça a mesma coisa que está acontecendo em Brasília com Sarney, ou seja, nada.

As próximas mobilizações serão decisivas para definir o fim do governo Yeda. Os trabalhadores devem dar a resposta nas ruas a todas as roubalheiras dessa quadrilha que ainda permanece no Piratini. Portanto, é hora de construir poderosas manifestações populares. O próximo desafio será o dia 14 de agosto, que deverá ser um momento forte da nova fase da luta do movimento pelo “Fora Yeda”.


Todos às ruas!

Fora Yeda já!

Novas eleições imediatas!

Cadeia para Yeda e sua quadrilha!

Confisco dos bens de todos os corruptos!

Fim dos ataques aos trabalhadores e aos serviços públicos!

Por um governo socialista dos trabalhadores!
Direção Estadual do PSTU/RS

PSTU Porto Alegre - Fone 051 3024.3486 - Sede Rua General Portinho, 243 - Centro.