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quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Trabalhadores em educação do estado do Piauí decretam greve

Greve enfrenta a política de desmonte do governo do PSB, apoiado pelo PT, PMDB e PCdoB


Mauricio Moreira, de Teresina (PI)



• Nesta segunda feira, 14 de fevereiro, os trabalhadores em educação básica do estado do Piauí, em meio a uma grande assembléia geral de seu sindicato, o Sinte, decretaram a greve da categoria por tempo indeterminado. Os trabalhadores acumulam grandes perdas salariais que, ao longo dos últimos 8 anos do governo de Wellington Dias (PT), se aprofundaram ainda mais.

Hoje quem está no governo é Wilson Martins (PSB), com o apoio do PT, PMDB e PCdoB. Martins vêm dando prosseguimento à política de arrocho salarial e desmonte da educação pública do estado. Portanto, os trabalhadores em educação cruzaram os braços e exigem a reposição de suas perdas salariais que chegam a 47%, o cumprimento da Lei do Piso salarial Nacional que aumentou o salário básico para 1597,87 em 2011, a revogação do aumento de 10,5% no plano de saúde dos servidores (IAPEP), concurso público e melhores condições de trabalho.

Os militantes da CSP-Conlutas no Piauí, reunidos no movimento de oposição “Educação Conlutas”, estão empenhados em fortalecer o movimento e pressionar o governo para que a pauta de reivindicação da categoria seja atendida integralmente.

O militante da CSP-Conlutas e do PSTU, Marcos Fernandes afirma que: “A greve é justa, pois já esperamos demais uma resposta do governo. A “educação Conlutas” vem trazer para essa greve uma pauta da categoria, que é o resgate de todas as perdas históricas ao longo dos anos. E só com os trabalhadores nas ruas podemos resgatar e ampliar nossos direitos.” .
Publicado em www.pstu.org.br

A categoria em primeiro lugar

Um dia desses, eu estava fazendo compras em um supermercado, quando fui abordada por uma educadora aposentada que me indagou:

– Professora Rejane, sua luta contra a governadora Yeda fez de mim sua admiradora. Por isso, confio na sua decisão de não participar do Conselho do Governo Tarso. Mas você poderia me expor os motivos?

Eu poderia ter respondido que o Conselho em questão não é como o Orçamento Participativo, no qual os movimentos sociais elegem seus representantes. Ao contrário, quem escolhe cada um dos integrantes é o próprio governador.

Poderia ter citado sua composição desproporcional, pois, entre os indicados pelo governo, o empresariado tem muito mais representatividade que os trabalhadores, enquanto que na população do Rio Grande do Sul ocorre o contrário.

Poderia ter chamado a atenção para o fato de que o Conselho está legalmente autorizado a fazer acordos e recomendações por deliberações consensuais, ou não consensuais, podendo aprovar e deliberar desfavoravelmente à educação. E se dele fizéssemos parte, mesmo votando contra, estaríamos legitimando suas decisões.

Poderia ter lembrado que as mulheres têm uma participação pífia em relação ao percentual da população gaúcha. Mas não foi isso que falei. Afinal, é absolutamente legítimo que o governo Tarso crie o Conselho com o caráter e com a representatividade que ele considerar mais conveniente para sua estratégia de governo.

Porém, a mesma legitimidade que o governador tem para compor seu grupo de aconselhamento, os dirigentes do Cpers/Sindicato têm para não participar.

Afinal, diferentemente de outras entidades, trata-se de uma relação patrão e empregado. Na negociação salarial, estaremos cada um de um lado da mesa. O governo, defendendo seus interesses, enquanto os educadores, que há muito não têm concessões a fazer, estarão a exigir valorização profissional e mais investimentos na educação.

Então, preferi responder à questão apresentada por aquela simpática educadora com outra pergunta:

– Como eu poderia, sendo presidenta do Cpers/Sindicato, defender com independência e autonomia os interesses dos trabalhadores em educação se, ao mesmo tempo, fosse uma conselheira do patrão?
Por Rejane de Oliveira,
Presidente do CPERS/Sindicato
Publicado no Jornal Zero Hora, em 11/02/2011

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

É 2011!!!

Ultrapassamos a primeira década do século XXI...
O desenvolvimento tecnológico é assombroso
E o aumento da miséria, deplorável...
Encurtaram-se todas as distâncias,
Aumentaram todas as violências: machismo, racismo, homofobia e todo tipo de discriminação;
Empossaram a 1ª mulher presidente do Brasil
E as mulheres trabalhadoras permanecerão exploradas e oprimidas;
Os trabalhadores europeus deram o exemplo,
A burocracia sindical os traiu;
O Haiti sofre com a fome e o cólera,
O Morro do Alemão parece pacificado,
Tropa de Elite 2 é a imitação da vida;
Há trabalhadores sem terra, sem teto, sem emprego,
Enquanto alguns poucos detêm o poder, as oligarquias, os cartéis...
Há sorteio de obras nos governos;
Falta saúde, educação, segurança, cultura e lazer à população...
Aos “representantes do povo” 70% de reajuste no “básico”,
Aos aposentados, 6,4%...
Evolução? É possível, através da resistência construída pela classe trabalhadora, estudantil e oprimida...
Para 2011, uma só lição: organização e resistência popular contra todos os ataques!
Por Eunice Couto
Professora Estadual/Pelotas/RS

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

Previdência Social

Há muito que o PSTU já vem expondo que a Previdência Social no Brasil é superavitária. Até o momento, além deste partido, quase ninguém mais defendia a ideia, acreditando nas colocações mal-intencionadas de todos os governo.
Porém, na última semana dados do DIEESE confirmam as denúncias já feitas pelo PSTU.
Abaixo, reprodução de notícia publicada no site do CPERS Sindicato:

Previdência social gera superávit, afirma Dieese
Tem tornado-se comum ouvir e ler, quase diariamente, que a previdência social no Brasil é deficitária e por isso necessita ser reformada. Estudo divulgado em novembro deste ano pelo Dieese desmonta essa argumentação.

Segundo o levantamento, a receita de 2009 alcançou R$ 392,2 bilhões. Já o pagamento de todos os benefícios urbanos e rurais, assistenciais, transferências de renda, saúde e outras despesas totalizaram R$ 359,65 bilhões. A diferença positiva é de R$ 32,6 bilhões.

A conta feita por aqueles que defendem a reforma leva em conta como receita apenas aquela proveniente da folha de pagamento (R$ 182 bilhões) e como despesa, os benefícios urbanos e rurais (R$ 223,85 bilhões), mais as transferências para estados e municípios (R$ 1,03 bilhão).

Desconsiderando outras importantes variáveis na formação da receita, essa conta gera um déficit de R$ 44,88 bilhões.

O Dieese destaca ainda que o modelo atual de previdência garante a cobertura da população e o equilíbrio entre o financiamento e as despesas com a proteção social.

João dos Santos e Silva, assessor de imprensa do CPERS/Sindicato


terça-feira, 7 de dezembro de 2010

A Educação Pública Estadual em Pernambuco

... aqui em Pernambuco o governo pseudo-socialista Eduardo Campos (PSB) promoveu uma verdadeira esculhambação educacional. Destruiu o Plano de Cargos e Carreiras do Trabalhadores em Educação, o que resultou em perdas salariais. As escolas ditas de Referências, que excluem professores e alunos e o falido programa Travessia bancado pela Fundaçao Roberto Marinho proliferam-se.Professores são vigiados pelos técnicos contratados pelo governo e tem seus horários expostos na internet. Turmas do fundamental em algumas escolas da rede foram extintas num piscar de olhos, diretores que não apoiam as mazelas do governo são depostos. Não
há eleição direta, os gestores permanecem no cargo por meio de decreto. As salas de aulas continuam lotadas e calorentas, há escolas funcionando em galpões. O governo não paga o Piso, juntou nossa gratificação de exercício do magistério ao salário base e mente na imprensa dizendo que paga o Piso. Não discute melhorias salariais, mas bonificação as escolas que executam de cabo a rabo as metas estipuladas pela empresa mineira INDG que agora gerencia a educação no Estado. Esses são apenas alguns dos "feitos" na educação realizados pelo senhor Eduardo Campos.
Um abraço


Dê um vasculhada no nosso blog e vai encontar uma série de postagem que tratam das questões citadas.
E-mail recebido de uma professora pernambucana

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

E agora, José?

A festa acabou, a luz apagou... e foi anunciado o secretário da educação do futuro governo, é José Clóvis de Azevedo, tem no currículo passagem na direção do CPERS, participou de outros governos do PT e é da corrente Democracia Socialista.


O futuro secretário é sabedor que os educadores não concordam com a meritocracia, por várias razões, aliás, o próprio, em uma fala num encontro organizado pelo CPERS, reconheceu que este projeto só agrava os problemas da educação, na ocasião citou pesquisa recente da ex-secretaria da educação do Bush, que implementou a meritocracia nos EUA, e que apresenta dados e números da falência que foi o projeto, uma avaliação que parte da realidade concreta.


O fato de ter sido dirigente do CPERS não significa muita coisa, lembremos a Mariza, mesmo que rapidamente, além disso, tivemos outras experiências com lideranças, saídas do sindicato, que assumiram postos em governos, mas tivemos uma colega que despertou uma forte ilusão na categoria, a Lucia Camini no governo Olívio, pois defendia 190% de reposição salarial, coisa que não cumpriu e a valorização no governo Olívio teve que ser arrancada na luta, na greve.


Este governo se elegeu e desperta esperança, mas entre os educadores está longe de ter a mesma expectativa do que foi com Olívio, o que é positivo, pois mesmo que o futuro secretário tenha inclinação contrária à meritocracia, ele seguirá as diretrizes que o governo estabelecer, neste sentido criar ilusão que este tema não será retomado, pelo governo do Tarso, não permite a preparação necessária para o que vem pela frente.


Nossos desafios continuam, os educadores terão que manter acessa a utopia, que não veio, e exigir do José a sua coerência e lhe perguntar você marcha José, para onde?
Prof. Manoel
Diretor 22º Núcleo CPERS
Gravataí

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

Revelações sob o ENEM

O Exame Nacional que visa indicar os alunos aptos a frequentarem a universidade tem sido fonte de boas polêmicas nos últimos dois anos. Entretanto, é possível que alguns aspectos não tenham recebido a devida atenção.
Em 2009, após o escândalo do vazamento da prova a dois dias de sua aplicação, em segunda data, teve um de seus maiores testes – a redação – versando sobre si mesma: ética e corrupção. A própria prova era reflexo da falta da virtude na sociedade atual.
Um ano após, vem outra vez o ENEM demonstrar, nitidamente, outro aspecto da realidade vivida. Basta pensar: quem são os estudantes/candidatos ali sentados por horas a fio, tentando resolver da forma mais adequada as 180 questões objetivas, além da elaboração de um texto, nas tardes de sábado e domingo? Jovens e trabalhadores em busca de uma graduação universitária para chegar a melhores condições de trabalho e salário.
Observe-se, então, o outro lado: quem eram as pessoas que possibilitaram a realização do exame, nas diversas instituições onde o mesmo fora aplicado? Professores com curso superior, em grande número com especialização, trabalharam durante o fim de semana, no mês de novembro, durante oito ou nove horas de cada dia. Seriam esses trabalhadores, voluntários? NÃO! Esses profissionais são educadores, na maioria professores, no final de mais um ano letivo, que empenharam seu período de descanso, abdicaram do convívio com a família, de suas horas de lazer, em troca de um “extra” no valor de R$65,00 por dia.
Este é o retrato mais perfeito do descaso dos governos com a educação; da falta de investimentos nesta área; dos salários indignos que o professor – profissional que oportuniza a existência de todos os demais – recebe. Ou alguém supõe que essas pessoas todas trabalharam no final de semana apenas para não ficar em casa? Quiçá, por diversão?
Para completar, o tema da redação não poderia ser mais adequado: “O trabalho na construção da dignidade humana”. Para apoio, dois textos: um que versava sobre a época da escravidão; outro que tratava do trabalho no futuro, com uma boa dose de machismo, além da indicação da perda de direitos trabalhistas num futuro bem próximo. Em cada sala de aula, dois escravos contemporâneos que recebem, mensalmente, salários e tratamentos indignos tanto dos governos quanto da sociedade em geral.
O que se pode esperar do futuro da educação num país que trata mal seus educadores? Que interesse pode-se exigir dos jovens que vivenciam essas situações de desrespeito? Como se pode explicar que o estudo é a melhor herança que se deixa aos filhos?
Enquanto os princípios básicos da população não forem tratados com dignidade – leia-se saúde, educação, moradia, segurança, trabalho e lazer – não haverá uma sociedade livre das drogas, do tráfico, da violência, da barbárie que é mostrada diariamente em todos os veículos de comunicação.
Ora, mas a 8ª economia mundial participa do encontro anual do G20.


Eunice Couto
Professora Estadual
Pelotas

terça-feira, 2 de novembro de 2010

sexta-feira, 29 de outubro de 2010

Não ao fechamento da escola Santa Rita!!!

Texto escrito pelo Manoel, diretor do núcleo de Gravataí, CPERS




Olá colegas, escrevo para dar dimensão a um fato lamentável que pode se concretizar em Gravataí!

A atual prefeita da cidade e professora aposentada Rita Sanco quer economizar fechando o ensino médio do Santa Rita!
É a única escola do município que tem ensino médio, perto de 1300 estudantes ficarão sem escola inchando ainda mais as já superlotadas escolas estaduais do entorno.
Leia o e-mail, entenda o caso e some-se na manutenção do ensino médio da escola Santa Rita.

Prefeitura admite: quer se livrar do ensino médio

Na quarta-feira, dia 20, houve uma reunião, entre representantes da escola, do governo federal e da prefeitura com o promotor público de Gravataí.
O encontro permitiu fortalecer a verdade sobre a intenção da prefeita em relação à escola Santa Rita, que é, e sempre foi, de se ver livre da única escola de ensino médio do município e com isso fazer economia na educação.
O argumento inicial, para fechar o ensino médio, era a vinda da escola técnica e para isso precisava do prédio do Santa Rita para instalação dos cursos, inclusive foram distribuídos panfletos com os possíveis cursos, enganando a população. Na reunião desta quarta-feira o representante do governo federal salientou que nunca estiveram confirmados os cursos e se viessem seriam só para 2012. A Rita sabia disso, e utilizou este argumento para tentar dividir a comunidade e implementar a política parecida com a Yeda, de fechamento de escolas.

Que feio Rita, mentindo para a população!

Fechar escolas é um retrocesso, é uma lógica das políticas neoliberais, que buscam retirar recursos das áreas sociais para garantir lucros de empresas por meio de subsídios e investimentos, políticas combatidas desde sempre por um PT das antigas, que não existe mais, infelizmente.

A reunião e a verdade sobre a escola

Na reunião a representante da Rita deixou evidente a intenção da prefeitura: ECONOMIZAR COM A EDUCAÇÃO!
Isso foi à própria representante da prefeitura que disse, reproduzindo a nova versão para tentar legitimar o fechamento da escola Santa Rita, ou seja, na nova versão os recursos que iriam para escola seriam utilizados para atender séries iniciais.

Todos e todas a asssembleia, é no sábado às 18 horas!

É preciso comparecer a assembleia de sábado na escola Santa Rita na Cohab A, para que possamos definir novas estratégias de pressão sobre a prefeitura, juntamente ao dialogo é preciso demonstrar a insatisfação com esta medida nociva aos interesses da população de Gravataí.
Esta na hora de botar o bloco na rua, realizar um grande ato público em conjunto com outras escolas que serão atingidos pelo fechamento da escola e pensar seriamente em um acampamento na frente da prefeitura.
É preciso dar dimensão ao crime que será cometido contra a educação no município pela prefeitura do PT, chamar a atenção da comunidade da cidade e do estado, até que Rita reveja sua posição arrogante.

Nós do 22°, que realizamos uma luta vitoriosa contra a Yeda, nos manifestamos pela manutenção do ensino médio no Santa Rita e estaremos ombro a ombro com a comunidade nesta luta!

Manoel Fernandes
Diretor do 22° núcleo do CPERS/Sindicato.

domingo, 24 de outubro de 2010

Ato Público na quarta, dia 27

Derrotamos Yeda; é possível derrotar Rita!


Nós, trabalhadores da educação estadual, realizamos nestes últimos quatro anos uma guerra contra um governo muito ruim para educação e demais serviços públicos: Yeda foi a representante maior dos ricos e poderosos do RS e colocou os recursos do estado a atendê-los.
Além disso, tentou retirar dinheiro das áreas sociais para sobrar, ainda mais,para saciar a ganância da elite gaúcha. Na educação tentou acabar com os planos de carreira dos professores, de diversas formas e métodos; utilizou a mentira para enganar a população e a força para tentar calar os trabalhadores em educação. Fomos recebidos, inúmeras vezes, na frente do Piratini, com tropa de choque, cachorros, cavalos e até bomba.
Devemos lembrar também que Yeda tinha uma base grande na assembleia legislativa: PMDB, PP, PTB, além do PSDB e DEM. Assim, podia aprovar todos os seus projetos.
E, por último, teve ao seu lado os grandes grupos de comunicação. Olhando este quadro, parece que não havia alternativas: uso da força, mídia, confusão da população e apoio no parlamento um - a combinação favorável a Yeda.
Porém,houve um componente que não foi bem avaliado pela governadora: a disposição para lutar dos trabalhadores em educação, os quais não mediram esforços para derrotar uma representante do pior da política deste estado e país que estava destruindo a educação pública.
Yeda foi derrotada por uma categoria organizada por uma direção combativa. A direção atual do CPERS conduziu a luta no sentido de que, para além da construção de apoio institucional, era preciso colocar em marcha, nas ruas, a defesa da escola pública.
Esse pequeno relato é só para dizer que mesmo nós tendo as dificuldades que tínhamos, pouco tempo para organizar a luta e faltando, muitas vezes, o apoio da comunidade, vencemos! Derrotamos um governo e seus planos contra população.

O Santa Rita é nosso! Tire sua mãos dona prefeita!

Portanto a luta em defesa da Santa Rita parte de um quadro favorável para a manutenção da escola. Apesar de a prefeita recorrer a métodos semelhantes aos de Yeda, tentando enganar a população com panfletos e contar com o apoio da mídia local, tem do outro lado: a disposição de luta dos professores e funcionários e o apoio forte da comunidade escolar. Este último é um componente de qualidade, se nós, trabalhadores da educação estadual, na nossa luta contra a Yeda, tivéssemos a comunidade ao nosso lado - como hoje pode contar a escola Santa Rita - já teríamos varrido Yeda, há mais tempo, do Rio Grande do Sul.
O apoio da comunidade é fundamental para legitimar a luta justa dos colegas do município. Aqui não se trata de defender a permanência de quem quer que seja na direção da escola. Este argumento é rasteiro e sem sentido. Nossa luta é pela permanência da escola, atendendo aos mil e quinhentos estudantes da comunidade.
Estamos do lado da comunidade contra esta insanidade da prefeita e imbecis de plantão!

Sem ilusão no governo Tarso!

Uma palavrinha inicial sobre o futuro governo: nós não acreditamos que o governo Tarso será bom para educação: pela composição de seu governo, por ser da ala mais direita do PT e por ter dado diversas declarações comprometendo-se com agendas e propostas empresarias, como a agenda 2020. Além disso, Tarso foi Ministro da Educação e criou o PDE que, entre outras coisas, instituiu a meritocracia.

Ato público na quarta-feira, dia 27.

Nesta quarta, participe do ato, na frente da prefeitura. Vamos mostrar nossa indignação contra a atitude da dona Rita ao querer fechar uma escola!
Manoel Fernandes
Professor Estadual
Diretor do 22º Núcleo do CPERS -Gravataí