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quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Assembleia Regional - 17º núcleo - Bagé

Realizou-se hoje a tarde, na Câmara de vereadores de Bagé, uma assembléia regional do 17º núcleo do Cpers-sindicato, com a presença de 100 professores e funcionários. Após as manifestações de alguns de seus membros foi deliberado o seguinte:
* Os trabalhadores em educação ficarão em ESTADO DE GREVE, com um dia de paralização e presença na Assembléia legislativa estadual a fim de pressionar os deputados da base governista para não aprovarem as modificações no plano de carreira do magistéria, enviadas pelo governo corrupto de YRC;
** Serão enviados emails para todos os deputados, lembrando-os que ano que vem terá eleições legislativas e que eles devem olhar com mais carinho aqueles que quase sempre determinam suas eleições, ao mesmo tempo indicando nossa capacidade de mobilização permanente em defesa de nossos direitos conquistados ao longo do tempo;
* Deverá ser realizada uma vigilia permanente(a partir da assembleia estadual do próximo dia 20) junto a assembléia legislativa, como forma de demonstrar nossa capacidade de luta.
PS: o sentimento que ficou da assembleia regional foi de intenso interesse pela participação e mobilização da categoria no sentido de lutar pela defesa de nossos direitos.
DIA 20- SEXTA-FEIRA, ASSEMBLÉIA ESTADUAL NO GIGANTINHO, AS 13H30MIN - VAMOS PARTICIPAR E ATÉ A VITÓRIA!!!!!
PROCURE O 17º NÚCLEO PARA SE CADASTRAR NO ONIBUS QUE DEVERÁ SAIR A MEIA-NOITE DE QUINTA- FEIRA

terça-feira, 17 de novembro de 2009

Alerta: o pacote de Yeda é enganoso

Mais uma vez a governadora Yeda Crusius tenta atacar os professores e os funcionários de escola.
Yeda tem ameaçado os educadores desde que assumiu o governo, com uma política educacional ditada pelos interesses dos empresários, que não melhora a qualidade da educação pública no Rio Grande do Sul.
Diante disso, o CPERS/Sindicato se dirige ao povo gaúcho para solicitar o apoio na defesa dos direitos de uma categoria, cujos vencimentos estão entre os mais baixos do funcionalismo público estadual.As medidas anunciadas no pacote do governo são enganosas. Veja:
• Os projetos não concedem qualquer reajuste salarial e têm como única finalidade desmontar as carreiras da categoria;
• o governo se recusa a aplicar o Piso Salarial Nacional como vencimento básico do Plano de Carreira;
• o governo quer implantar a meritocracia, gerando queda na qualidade no ensino e, consequentemente, a exclusão social;
• os educadores estão com os salários congelados há três anos;
• a proposta exclui os funcionários de escola, os professores com curso superior e congela o salário dos aposentados, rompendo com a paridade salarial entre ativos e inativos;
• um governo que destrói os serviços públicos e é acusado de chefiar uma “quadrilha criminosa”, não tem crédito quando diz que “valoriza o serviço público”.
O CPERS/Sindicato reafirma seu compromisso com a defesa da escola pública e de qualidade. Só a pressão sobre o governo e os deputados poderá evitar uma greve da categoria neste final de ano.
20 DE NOVEMBRO, 13H30, NO GIGANTINHO, ASSEMBLEIA GERAL DO CPERS. PARTICIPE!
Texto publicado na edição de terça-feria, 17 de novembro, do jornal Correio do Povo, de Porto Alegre/RS

domingo, 15 de novembro de 2009

39º núcleo do CPERS comemora seu 25º aniversário


Resplande e Andrea cumprimentam os convidados


Rejane cumprimenta Andrea e equipe dirigente
Homenagem às ex-diretoras

A festa estendeu-se pela madrugada

I Seminário Regional de Educação Inclusiva - 2º dia


As atividades do I Seminário Regional de Educação Inclusiva, promovido pelo 39º núcleo do CPERS, teve continuidade no sábado, dia 14 de novembro.

Pela manhã o tema abordado foi "Legislação - do discurso à prática" com painel das professoras Mársia e Carmem Dotto.

Na parte da tarde, aconteceu a apresentação de experiências práticas em turmas especiais e inclusões, ocorridas em diversas regiões do RS. Para este ponto, estiveram presentes as professoras Rosa e Catarina (Passo Fundo) e Luciméia Dalcomig (Santa Maria), abordando a educação de surdos; Cíntia Silveira (Porto Alegre) e o ensino para cegos e Ana Lúcia Cabral (Bagé), educação especial para deficientes mentais.

sábado, 14 de novembro de 2009

I Seminário Regional de Educação Inclusiva


Teve início na noite de sexta feira, 13/11, o I Seminário de Educação Inclusiva, promovido pelo 39º núcleo do CPERS/Sindicato.


A abertura aconteceu com apresentação do "Rap da Inclusão", feita pelos alunos de Classe Especial das Escolas Brigadeiro Silva Paes e Cândido Portinari. O rap foi composto pela professora Fátima Magalhães e musicado pelo rapper Fábio.


Após, Fátima fez uma explanação sobre o histórico de lutas pela manutenção das Classes Especiais, a qual contou com ampla participação da plateia.

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

SEC e AL na mira dos educadores


Direção do CPERS encontra-se com o Secretário de Educação, Ervino Deon, na tarde de quarta feira, 11, mas retorna sem nenhuma resposta sobre a pauta de reivindicações nem acesso ao projeto que o governo enviará à AL, o qual prevê profundas mudanças na carreira dos Educadores.
O Secretário justificou-se dizendo que o projeto não está concluído, por isso ainda não será apresentado à categoria, mas comprometeu-se em apresentá-lo por escrito e realizar uma nova audiência antes de o conjunto das propostas ser encaminhado ao Legislativo.

Com relação à pauta de reivindicações, ele não tinha nenhuma resposta, mas a assessoria informou que alguns itens não são da alçada da SEC.

Na manhã de quinta, 12, mais uma vez os deputados não compareceram à sessão da Comissão de Serviços Públicos, não dando quórum para apreciação do Projeto de Lei nº 284/2008.

quarta-feira, 11 de novembro de 2009


O PACOTE DE MENTIRAS E ATAQUES DE YEDA

Apesar de não ter apresentado ainda a versão escrita e final de seu projeto, já é possível identificar as novas mentiras e ataques incluídos no pacote do governo Yeda para o funcionalismo. Evidentemente, ainda se trata de uma análise inicial baseada nas poucas informações disponíveis na imprensa. De qualquer forma, é muito importante que em todas as escolas façamos desde já este debate para organizar uma reação imediata e a altura das ameaças que pairam sobre nossa categoria.

Para conseguir que a Assembleia aprove as mudanças em nosso plano de carreira, o governo decidiu fazer uma campanha mentirosa de que está valorizando o funcionalismo e aumentando os salários. Vejamos abaixo algumas dessas mentiras.

MENTIRA nº1: “Aumento salarial de 57,9%”

Esta é a mais deslavada e ardilosa mentira do governo. Não há até agora nenhum projeto de reajuste salarial para a categoria. Na verdade, há três anos o governo Yeda mantém os salários congelados, sem repor a inflação e as perdas. O que o novo pacote apresenta é uma elevação do completivo para aqueles que, somando todos os vencimentos e gratificações, ainda assim ganhem menos do que R$ 750,00 (regime de 20 h). Não há nenhum índice de reajuste proposto aos educadores. A imensa maioria da categoria (85% dos educadores), que está nos níveis 5 e 6 da carreira, não deverá ganhar nenhum centavo de aumento mais uma vez!

Também é muito importante salientar que o completivo não incorpora ao salário e será descontado em todos os futuros reajustes salariais da categoria. Portanto, os poucos que viessem a recebê-lo agora com o mentiroso “pacote de bondades”, teriam ainda os seus salários congelados por longos anos.

Além disso, os funcionários de escola, que sequer receberam a Lei Britto, também são excluídos e discriminados mais uma vez pelo governo Yeda.

MENTIRA nº2: “Os direitos adquiridos serão garantidos”

No site do governo, Yeda anuncia que a adesão ao plano não é compulsória nem elimina direitos da categoria. Mais outra enganação! Com a criação de um novo plano de carreira para os futuros concursados, o governo retira de fato direitos que hoje pertencem ao conjunto dos educadores. Este é o maior ataque do governo: quer acabar com o atual plano de carreira dos educadores. Pretende colocá-lo em extinção e retirar do novo plano conquistas importantíssimas como promoções, triênios e os avanços entre os níveis. Dessa forma, o governo reduziria a massa salarial destinada à educação, economizando às custas do empobrecimento ainda maior dos educadores.

Por outro lado, a divisão da categoria e o fim da igualdade de direitos poderão significar também o congelamento de salários dos que não aderirem ao novo plano de carreira. Ou seja, todos sairão perdendo com o fim do atual plano de carreira.

MENTIRA nº3: “Piso salarial passa para R$ 1.500,00”

Quase todos os jornais ajudaram o governo a divulgar outra gigantesca mentira, a de que o salário inicial no magistério será de R$ 1,5 mil (ver capa de ZH do dia 06 de novembro). Ora, qualquer pessoa que não use de má fé sabe muito bem que “piso salarial” ou “salário inicial” referem-se ao vencimento básico de início da carreira de um trabalhador. E que sobre este valor incidirão os avanços e gratificações ao longo dos anos de sua carreira. Todo mundo compreende perfeitamente isto!

Já o governo Yeda, para manter a miséria dos trabalhadores em educação e honrar seus compromissos com o Banco Mundial, quer inventar outro conceito de piso. Quer somar todas as verbas recebidas pelo trabalhador e dizer que este é o piso (ver mentira nº1). Confunde propositalmente piso com teto, tentando passar uma ideia absolutamente mentirosa para a população sobre os salários na educação do RS.

Cabe aqui uma pergunta esclarecedora: se o piso salarial será de R$ 1,5 mil, porque o governo não retira a Ação de Inconstitucionalidade que ingressou no Supremo Tribunal Federal?

MENTIRA nº4: “Servidores irão receber 14º salário”

Com a economia prevista com o fim dos triênios e das promoções por tempo de serviço no novo plano de carreira, o governo quer instituir uma premiação por suposto mérito no desempenho funcional. Yeda anuncia com alarde essa premiação como um 14º salário, enquanto esconde as conquistas que quer retirar do conjunto da categoria. A verdade, no entanto, é outra! O próprio Secretário da Fazenda se encarrega de esclarecer: “Se o Estado não estiver equilibrado, não tem prêmio.” Portanto, o chamado 14º salário não passa de um ridículo abono com critérios incertos e suspeitos. Mais uma jogada mentirosa do governo!

Provavelmente, seguindo a lógica neoliberal do PDE do governo Lula, o governo do estado utilizará essa premiação para instituir a meritocracia e acabar com a gestão democrática e a autonomia pedagógica das escolas. Buscará substituir a solidariedade existente entre os educadores por uma competição individualista a serviço do mercado capitalista.

MENTIRA nº5: “Plano valoriza o serviço público e moderniza a gestão pública”

Bem, esta é a mais difícil de ser engolida! O governo Yeda é um dos mais corruptos da história do RS. Uma verdadeira “quadrilha criminosa” comanda o Palácio Piratini. Durante todos esses anos, os serviços públicos no RS foram dilapidados por este governo e nenhum centavo roubado foi até agora devolvido aos cofres públicos! Nenhum corrupto está preso! Uma relação de compadrio entre o governo, a Assembleia Legislativa e o Judiciário demonstra a cada dia a podridão das instituições no Estado.

Enquanto isso, os filhos dos trabalhadores encontram as escolas públicas abandonadas à própria sorte. As filas nos hospitais demonstram o total descaso com a saúde pública. E por aí vai...

Querer afirmar, como fazem os principais jornais do Estado, que Yeda está valorizando o serviço público e os servidores não passa de mentira e brincadeira de mau gosto!

CHEGA DE ATAQUES AOS NOSSOS DIREITOS!

É HORA DE CONSTRUIR A GREVE “EM REGIME DE URGÊNCIA”

Este pacote está para ser apresentado à Assembleia Legislativa durante esta semana. Sabemos que se depender apenas da vontade desses deputados, nossa categoria poderá perder o plano de carreira definitivamente. Portanto, é hora de irmos à luta! Precisamos construir uma grande Assembleia Geral no próximo dia 20 de novembro. Vamos lotar o Gigantinho e dar a resposta que este governo merece!

Regis Ethur e Orlando Marcelino da Silva

Membros da Direção Estadual do CPERS Sindicato

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

NOTA DO CPERS/SINDICATO

O CPERS/Sindicato rechaça qualquer forma de pagamento que tenha por base a meritocracia, e isso inclui o 14º salário anunciado pela governadora na tarde desta quinta-feira 5. O governo do estado age de forma sorrateira ao encaminhar um projeto ao Legislativo sem discussão com o sindicato, mesmo sabendo que a entidade tem reunião marcada com a Secretaria da Educação para a próxima semana.

A proposta já nasce condenada. Até porque se fosse boa, seria construída a partir de um amplo debate com o CPERS/Sindicato, entidade que representa a maior categoria do funcionalismo público gaúcho. Como isso não aconteceu, o projeto só pode ser encarado como uma forma de cortar direitos, prometendo pagar prêmios para uma minoria enquanto a imensa maioria permanecerá com os vencimentos congelados.

O governo mostra a sua face autoritária, denunciada publicamente pelo sindicato desde o começo deste ano. Ao encaminhar uma proposta que mexe substancialmente na vida funcional dos educadores, a governadora, a exemplo do que fez no ano passado, coloca em risco o final do ano letivo. A sociedade precisa se manifestar, repudiando uma proposta rejeitada pela categoria e que pode prejudicar o fim de ano de todos.

quarta-feira, 4 de novembro de 2009


O 39º Núcleo do CPERS/Sindicato, com sede em Porto Alegre, promoverá nos dias 13 e 14 de novembro, no auditório da entidade – av. Alberto Bins, 480, Centro, o I Seminário Regional de Educação Inclusiva – Do Discurso à Realidade.

A programação começará às 19h30 do dia 13 (sexta-feira) com a abertura oficial, seguida de uma apresentação artística e do histórico de luta do 39º Núcleo, apresentado por Fátima Magalhães, professora e diretora do Núcleo.

O Seminário será retomado no dia 14 (sábado), às 9h, com um debate sobre legislação, com a mesa sendo dividida por Denise Flores, Carmen Dotto e Maria Eulália Nascimento. No período da tarde, às 13h30, acontecerá uma mesa sobre educação inclusiva com Rosa Azeredo (Passo Fundo), Ana Lúcia Cabral (Bagé), Carla Maria Rostirolla (Carazinho), Luciméia Dalconig (Santa Maria), Cíntia Murussi Silveira (Porto Alegre) e Jéferson Miranda (Santa Maria).
O encerramento está previsto para as 18h.
Interessados em participar do seminário devem preencher a ficha de inscrição, ou fazer contato com o 39º Núcleo do CPERS/Sindicato pelo telefone 51-32212380 ou ainda no dia e local do evento.